TERRITORIALIDADES E (DES)TERRITORIALIZAÇÕES

COMUNIDADES QUILOMBOLAS CARRAPICHÉ E PRACHATA DO BICO DO PAPAGAIO

Resumo

Este artigo tem a proposição de refletir acerca das territorialidades das comunidades quilombolas Carrapiché e Prachata, centradas na região do Bico do Papagaio, no município de Esperantina, estado do Tocantins. Com foco nas lutas e (re)existências dessas comunidades frente às “(des)territorializações” pela manutenção de suas características culturais e modos de vida, reproduzidas no território étnico-racial e perpetuadas pela territorialidade quilombola. Realizamos uma pesquisa qualitativa, numa perspectiva interdisciplinar, abalizada em diversas fontes e em autores que discutem essa problemática. E consideramos que devido à falta de políticas públicas, essas comunidades sofrem um processo de (des)territorialização. A pesquisa ao realizar entrevistas com membros da comunidade procurou compreender esses processos de (des) territorialização e as experiências da comunidade.

Biografia do Autor

Plábio Marcos Martins DESIDÉRIO, Universidade Federal do Tocantins

Doutor em Comunicação pela Universidade de Brasília (2013). Mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás (2004). Professor da Universidade Federal do Tocantins lotado no Colegiado de História. Professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura e Território. Pesquisador na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia da Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: sociologia da comunicação, mídia, televisão, telenovela, gênero, cultura popular, cultura urbana, mídias sociais, cinema, cinema na fronteira e estudos de recepção.

Juno Brasil Custódio SOUZA, Universidade Federal do Tocantins

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura e Território (PPGCULT) da Universidade Federal do Tocantins-(UFT). E-mail: junobrasil3@gmail.com – in memorian

Publicado
2020-12-19
Seção
Dossiê Cultura e Território na Amazônia