Do romance ao filme Lavoura Arcaica: uma câmera para narrar o tempo

  • Emile Cardoso Andrade Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Resumo

Considerada uma das mais bem realizadas adaptações literárias para o cinema, o filme Lavoura Arcaica de Luiz Fernando Carvalho (2001) constrói uma narrativa cuja câmera subjetiva demarca e atinge a complexidade da estrutura romanesca de Raduan Nassar, provocando uma tradução sensível das instâncias de sujeito e tempo ficcionais promovidas no romance. Para esta aproximação, nos valemos das teorias de Pasolini (1972), Tarkovski (1998) e Deleuze (1990) a fim de estabelecer de quais maneiras a obra de 1975 se realiza como imagem-tempo cinematográfica.

Biografia do Autor

Emile Cardoso Andrade, Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Doutora em Literatura pela Universidade de Brasília (UnB); docente do Programa de Pós-graduação em Língua, Literatura e Interculturalidade (POSLLI) da Universidade Estadual de Goiás (UEG), câmpus Cora Coralina. CV: <http://lattes.cnpq.br/4661919586535215>. E-mail: emilecardoso@yahoo.com.br.

Publicado
2018-11-30
Como Citar
Andrade, E. (2018). Do romance ao filme Lavoura Arcaica: uma câmera para narrar o tempo. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 9(2), 283-296. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/7495
Seção
Teoria Literária