Toponímia Kalunga: aspectos da inter-relação língua, povo e território

  • Kênia Mara de Freitas Siqueira Universidade Estadual de Goiás (Pires do Rio)
Palavras-chave: Toponímia, Kalunga, Linguística ecossistêmica

Resumo

O objetivo deste artigo é apresentar algumas considerações sobre os nomes das comunidades Kalunga, Nordeste de Goiás. A metodologia de pesquisa consiste de um conjunto de procedimentos qualitativos para coleta e seleção dos dados e posterior interpretação da inter-relação língua-população-território, isto é, o referencial teórico pauta-se numa proposta ecossistêmica para descrição e análise dos dados. Demonstra-se assim a motivação subjacente ao signo topônimo, mediante um percurso onomasiológico para descrever as relações semântico-lexicais contidas nos locativos que designam os lugares quilombolas. São analisados quatorze topônimos de acordo com o arcabouço teórico ecossistêmico. 

Biografia do Autor

Kênia Mara de Freitas Siqueira, Universidade Estadual de Goiás (Pires do Rio)

Docente ensino superior da Universidade Estadual de Goiás (UEG – Pires do Rio). Professora colaboradora do Programa de Mestrado Estudos da Linguagem, da Universidade Federal de Goiás (PMEL/UFG). Possui pós-doutoramento em Linguística na UNB. É membro da Academia Piresina de Letras e Arte. E-mail: keniamaraueg@gmail.com. 

Como Citar
Siqueira, K. M. (1). Toponímia Kalunga: aspectos da inter-relação língua, povo e território. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 7(1), 61-75. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/4463