A cordialidade em Relato de um certo oriente, de Milton Hatoum

  • Renato Cabral Rezende Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
  • Rodrigo Soares de Cerqueira Universidade de São Paulo (FFLCH/USP)

Resumo

Este trabalho tem por objetivo discutir a cordialidade – tal como definida por Holanda (2005) – na composição narrativa de Relato de um certo oriente, de Milton Hatoum. A construção de relações sociais cordiais é notória ao longo da obra. Defende-se que a família libanesa vivencia a cordialidade como uma forma tanto dócil quanto agressiva de engajamento nas relações sociais. Focaremos, em especial, na relação entre Emilie, a matriarca da família, e Anastácia Socorro, a índia que a serviu por toda a vida.

Biografia do Autor

Renato Cabral Rezende, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Doutor em Linguística pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Docente na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).
Rodrigo Soares de Cerqueira, Universidade de São Paulo (FFLCH/USP)
Doutor em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Pós-doutorando em Sociologia pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP) e bolsista Fapesp.
Como Citar
Rezende, R., & Cerqueira, R. (1). A cordialidade em Relato de um certo oriente, de Milton Hatoum. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 5(1), 239-256. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/2602
Seção
Teoria Literária