O ATO NARRATIVO EM PESQUISAS DE EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA COM CORPOS DISSIDENTES:
de performa(dor) a performativo
DOI:
https://doi.org/10.31668/m1a40w08Resumo
Concentrando-me na especificidade crítica da narrativa – contar(-se) e dizer(-se) para o mundo como força política, social, relacional, intencional, ideológica e interlocutória – , neste texto discuto o ato narrativo mobilizado entre pessoas, com suas diferenças, circunscrito em relações de poder, observando sua potência sensível, empática, intencional, escutatória etc. para a pesquisa de educação linguística em Linguística Aplicada (Mello et al., 2024; Murphy; Romero; Bengezen, 2024). À luz de uma inseparabilidade entre teoria e metodologia, reflito sobre a aproximação do narrar e da narrativa com corpos da diferença envolvidos em negociação de sentidos experienciais. Para ilustrar a potência de produção e de análise ética desses atos narrativos, parto da visão performativa da linguagem e do gênero, apontando desafios e repertórios potentes de articulação qualitativa para o contar e o contado em pesquisa, o que pode nos servir à desconstrução de modos de fazer ciência nas humanidades, bem como à reflexão sobre a vida social de maneira mais dinâmica.
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