INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E DESIGUALDADE SOCIAL:
uma leitura à luz dos capitais bourdieusianos
DOI:
https://doi.org/10.31668/8gynp523Resumo
A presente pesquisa adota uma abordagem qualitativa, de cunho teórico-analítico, com foco na análise das teorias de Pierre Bourdieu sobre os diferentes tipos de capital (econômico, cultural, social e simbólico). O objetivo é investigar de que maneira a inteligência artificial pode reforçar ou escancarar as desigualdades sociais, utilizando os conceitos de Pierre Bourdieu, para enriquecer a investigação e aprofundar a discussão sobre os impactos da IA. A averiguação se baseia em artigos acadêmicos, estudos de caso e investigações contemporâneas selecionados de maneira pertinente ao tema, que abordam os reflexos da IA em diferentes contextos sociais. O estudo revela que a IA, apesar de seu potencial de democratizar o acesso à informação e educação, tende a aprofundar as desigualdades já existentes. A distribuição desigual dos tipos de capital social, cultural e econômico influencia diretamente a capacidade dos indivíduos e grupos de se apropriarem das novas tecnologias. A exclusão digital emerge como um fator crítico que agrava as disparidades sociais. O desfecho sugere que políticas públicas direcionadas à inclusão digital e ao acesso equitativo à tecnologia são essenciais para mitigar as desigualdades e promover uma transformação social mais justa.
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