Fitofisionomias do Cerrado: definições e tendências

Cerrado phytophysiognomies: definitions and trends

  • Leovigildo Aparecido Costa Santos Universidade Estadual de Goiás
  • Sabrina do Couto de Miranda Universidade Estadual de Goiás
  • Carlos de Melo e Silva Neto Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás
Palavras-chave: cienciométrica. Bioma. Savana. Floresta.

Resumo

Entender cada fisionomia do bioma Cerrado como um ambiente ímpar torna-se relevante para viabilizar a sua conservação. A comunidade científica e a sociedade em geral nem sempre compreende as diferentes existentes do próprio Cerrado. Com isso, o uso de ferramentas cienciométricas podem contribuir para revelar tendências do conhecimento sobre as fitofisionomias de Cerrado e como isto sem sido relevado para o mundo. Assim, esse trabalho traz métricas relacionadas à literatura científica sobre as fisionomias do Cerrado, destacando definições, suas classificações e diferentes abordagens nos estudos analisados. A maioria das pesquisas envolvendo as fitofisionomias do bioma Cerrado foram publicadas na forma de artigos originais (96,6%). Esses documentos foram publicados em 222 fontes, assinados por 1.714 autores. Dos termos denominativos de fitofisionomias do bioma, nove estão entre os 50 mais frequentes nas publicações analisadas, a saber: campo rupestre, floresta de galeria, cerrado sensu stricto (sinônimo de cerrado sentido restrito), mata seca, cerradão, cerrado rupestre, floresta estacional (sinônimo de mata seca), campo sujo e vereda. Ao longo dos anos é evidente a redução da vegetação de Cerrado, sendo que em 1998 o bioma apresentava cerca de 25% de formação savânica e cerca de 20% de formação florestal. Em 2018, esses valores caíram para 21,5% e 19,2% para formação savânica e florestal, respectivamente. Neste mesmo período de 20 anos, o número de publicações passou de nenhuma para sete sobre formações savânicas e de duas publicações para 14 sobre formação florestal, ambos com grande aumento no período.

Palavras-chave: cienciométrica. Bioma. Savana. Floresta.

 

Abstract: Understanding each physiognomy of the Cerrado biome as a unique environment becomes relevant to enable its conservation. The scientific community and society in general do not always understand the different aspects that exist in the Cerrado itself. Thus, the use of scientometric tools can contribute to reveal trends in knowledge about the biome's phytophysiognomies and how this is being shown to the world. Thus, this work brings metrics related to the scientific literature on the physiognomies of the Cerrado, highlighting definitions, their classifications and different approaches in the analyzed studies. Most research involving phytophysiognomies in the Cerrado biome was published in the form of original articles (96.6%). These documents were published in 222 sources, signed by 1,714 authors. Of the denominative terms of phytophysiognomies of the biome, nine are among the 50 most frequent in the analyzed publications, namely: rupestre field, gallery forest, cerrado sensu stricto (synonymous with cerrado sensu strict), dry forest, cerradão, cerrado rupestre, seasonal forest (synonymous with dry forest), dirty field and vereda. Over the years, the reduction in Cerrado vegetation is evident, and in 1998 the biome had about 25% savanna formation and about 20% forest formation. In 2018, these values ​​dropped to 21.5% and 19.2% for savanna and forestry formation, respectively. In the same period of 20 years, the number of publications went from none to seven on savanna formations and from two publications to 14 on forest formation, both with a great increase in the period.

 

Keywords: scientometrics. Biome. Savanna. forest.

Resumen: La comprensión de cada fisonomía del bioma Cerrado como un entorno único se vuelve relevante para hacer posible su conservación. La comunidad científica y la sociedad en general no siempre entienden los diferentes aspectos que existen en el propio Cerrado. Por lo tanto, el uso de herramientas cienciométricas puede ayudar a revelar tendencias en el conocimiento sobre la biopelícula del bioma y cómo se está mostrando al mundo. Por lo tanto, este trabajo trae métricas relacionadas con la literatura científica sobre las fisionomías del Cerrado, destacando definiciones, sus clasificaciones y diferentes enfoques en los estudios analizados.
La mayoría de las investigaciones que involucran fitofisiognomías en el bioma Cerrado se publicaron en forma de artículos originales (96,6%). Estos documentos fueron publicados en 222 fuentes, firmados por 1.714 autores. De los términos denominativos de fitofisiognomías del bioma, nueve se encuentran entre los 50 más frecuentes en las publicaciones analizadas, a saber: campo rupestre, bosque de galería, cerrado sensu stricto (sinónimo de cerrado sensu estricto), bosque seco, cerradão, cerrado rupestre, bosque estacional (sinónimo de bosque seco), campo sucio y vereda. Con los años, la reducción de la vegetación del Cerrado es evidente, y en 1998 el bioma tenía aproximadamente un 25% de formación de sabana y aproximadamente un 20% de formación forestal. En 2018, estos valores cayeron a 21.5% y 19.2% para la formación de sabanas y bosques, respectivamente. En el mismo período de 20 años, el número de publicaciones pasó de ninguna a siete sobre formaciones de sabana y de dos publicaciones a 14 sobre formación forestal, ambas con un gran aumento en el período.

Palabras claves: cienciometría. Bioma. vegetación de sabana. Bosque.

Biografia do Autor

Leovigildo Aparecido Costa Santos, Universidade Estadual de Goiás

Engenheiro Florestal pela Universidade Federal do Tocantins, Mestre e doutorando em Recursos Naturais do Cerrado pela Universidade Estadual de Goiás.

Sabrina do Couto de Miranda, Universidade Estadual de Goiás

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Goiás (UEG), é especialista em Biologia Vegetal pela UEG, mestre em Botânica pela Universidade de Brasília (UnB) e doutora em Ecologia pela UnB. Docente da Universidade Estadual de Goiás.

Carlos de Melo e Silva Neto, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás

Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Goiás. Especialista em Direito Ambiental pela Pontifica Universidade Católica de Goiás. Mestre em Biodiversidade vegetal e Doutor em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás. Docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, do Programa de Pós-graduação em Recursos Naturais do Cerrado (RENAC) e Programa de Pós-graduação em Geografia na Universidade Estadual de Goiás.

Referências

AKSNES, D. W.; LANGFELDT, L.; WOUTERS, P. Citations, citation indicators, and research quality: An overview of basic concepts and theories. SAGE Open, v. 9, n. 1, [n.p.], 2019.
ALEIXANDRE, J. L. et al. Mapping the scientific research in organic farming: a bibliometric review: a bibliometric review. Scientometrics, v. 105, n. 1, p. 295-309, 2015.
ALENCAR, A. et al. Mapping Three Decades of Changes in the Brazilian Savanna Native Vegetation Using Landsat Data Processed in the Google Earth Engine Platform. Remote Sensing, v. 12, p. 924-947, 2020.
ALVES, R. J. V.; SILVA, N. G.; OLIVEIRA, J. A.; MEDEIROS, D. Circumscribing campo rupestre megadiverse brazilian rocky montane savannas. Brazilian Journal of Biology, v. 74, p. 355–362, 2014.
ALVES, R. J. V; CARDIN, L.; KROPF, M. S. Angiosperm disjunction "Campos rupestres - restingas": a re-evaluation. Acta Botanica Brasilica, São Paulo, v. 21, n. 3, p. 675-685, 2007
ARIA, M.; CUCCURULLO, C.. Bibliometrix: an r-tool for comprehensive science mapping analysis: An R-tool for comprehensive science mapping analysis. Journal of Informetrics, v. 11, n. 4, p. 959-975, 2017.
ARRUDA, F. V. et al. Trends and gaps of the scientific literature about the effects of fire on Brazilian Cerrado. Biota Neotropica, v. 18, n. 1, e20170426, 2018.
ASSUNÇÃO, S. L.; FELFILI, J. M. Fitossociologia de um fragmento de cerrado sensu stricto na APA do Paranoá, DF, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 18, n. 4, p. 903-909, 2004.
BARBERI, M.; SALGADO-LABOURIAU, M. L.; SUGUIO, K. Paleovegetation and paleoclimate of “Vereda de Águas Emendadas”, central Brazil. Journal of South American Earth Sciences, v. 13, n. 3, p. 241–254, 2000.
BEUCHLE, R. et al. Land cover changes in the Brazilian Cerrado and Caatinga biomes from 1990 to 2010 based on a systematic remote sensing sampling approach. Applied Geography, v. 58, p. 116-127, 2015.
CARVALHO, F. A.; FELFILI, J. M. Variações temporais na comunidade arbórea de uma floresta decidual sobre afloramentos calcários no Brasil Central: composição, estrutura e diversidade florística. Acta Botanica Brasilica, v. 25, p. 203-214, 2011.
CÁSSIA-SILVA, C. et al. Among cradles and museums: seasonally dry forest promotes lineage exchanges between rain forest and savanna. Plant Ecology & Diversity, v. 13, p. 1-13, 2020.
CHADEGANI, A. A. et al. A Comparison between Two Main Academic Literature Collections: Web of Science and Scopus Databases. Asian Social Science, v. 9, n. 5, p. 18-26, 2013.
COLLI, G. R.; VIEIRA, C. R.; DIANESE, J. C. Biodiversity and conservation of the Cerrado: recent advances and old challenges. Biodiversity and Conservation, v. 29, p. 1465-1475, 2020.
COUTINHO, L. M. O conceito de bioma. Acta Botanica Brasilica, São Paulo, v. 20, n. 1, p. 13-23, março de 2006.
COUTINHO, Leopoldo Magno. O conceito do cerrado. Revista Brasileira de Botânica, São Paulo, v. 1, p. 17-23, 1978.
DEUS, F. F.; OLIVEIRA, P. E. Changes in floristic composition and pollination systems in a “Cerrado” community after 20 years of fire suppression. Brazilian Journal of Botany, v. 39, n. 4, p. 1051–1063, 2016.
DORMEZIL, S.; KHOSHGOFTAAR, T.; ROBINSON-BRYANT, F. Differentiating between educational data mining and learning analytics: A bibliometric approach. Montreal, 2019. 6 p. Disponível em: http://ceur-ws.org/Vol-2592/short1.pdf. Acesso: 13 maio 2020.
EITEN, G. Delimitation of the cerrado concept. Plant Ecology, v. 36, p. 169–178, 1978.
EITEN, G. Formas fisionômicas do cerrado. Revista Brasileira de Botânica, v.2, p.139-148, 1979.
FELFILI, M. C., FELFILI, J. M. Diversidade alfa e beta no cerrado sensu strictu da Chapada Pratinha, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 15, n. 2, p. 243-254, 2001.
GIACOMO, R. G.; CARVALHO, D. C PEREIRA, M. G.; SOUZA, A. B.; GAUI, T. D. Florística e fitossociologia em áreas de campo sujo e cerrado sensu stricto na estação ecológica de Pirapitinga - MG. Ciência Florestal, Santa Maria, v. 23, n. 1, p. 29-43, 2013.
GOEDERT, W. J.; WAGNER, E.; BARCELLOS, A. O. Savanas tropicais: dimensão, histórico e perspectivas. In: FALEIRO, F.G.; FARIAS NETO, A.L. (Eds.). Savanas: desafios e estratégias para o equilíbrio entre sociedade, agronegócio e recursos naturais. Planaltina: EMBRAPA Cerrados. p. 303-33. 2008.
GOMES, L. et al. Post-fire recovery of savanna vegetation from rocky outcrops. Flora, v. 209, n. 3, p. 201–208, 2014.
GRABHERR e KOJIMA, 1993 apud COUTINHO, 2006
GUARINO, E. de S. G.; WALTER, B. M. T. Fitossociologia de dois trechos inundáveis de Matas da Galeria no Distrito Federal, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 19, n. 3, p. 431-442, 2005.
HOFFMANN, W. A. et al. Tree topkill, not mortality, governs the dynamics of savanna–forest boundaries under frequent fire in central Brazil. Ecology, v. 90, p. 1326-1337, 2009.
HOFFMANN, W. A. The Effects of Fire and Cover on Seedling Establishment in a Neotropical Savanna. Journal of Ecology, v. 84, n. 3, p. 383-393, 1996.
HOFFMANN, W. A.; ORTHEN, B.; NASCIMENTO, P.K.V. Comparative fire ecology of tropical savanna and forest trees. Functional Ecology, v. 17, p. 720-726, 2003
IMAÑA-ENCINAS, J.; ALVES, L. M.; PAULA, J. E. Florística e fitossociologia de um trecho de floresta estacional semidecidual na área de ecomuseu do cerrado, em Pirenópolis-Goiás. Cerne, v. 13, p. 308-320, 2007.
IMAÑA-ENCINAS, J.; SANTANA O. A.; RIBEIRO, G. S.; IMAÑA, C. R. Estrutura diamétrica de um trecho de floresta estacional semidecidual na área do Ecomuseu do Cerrado, Goiás. Cerne, Lavras, v.15, p. 155-165, 2009.
JUHASZ, C. E. P. et al. Dinâmica físico-hídrica de uma toposseqüência de solos sob Savana Florestada (Cerradão) em Assis, SP. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v. 30, p. 401-412, 2006.
KAUFFMAN, J.; CUMMINGS, D.; WARD, D. Relationships of Fire, Biomass and Nutrient Dynamics along a Vegetation Gradient in the Brazilian Cerrado. Journal of Ecology, v. 82, n. 3, p. 519-531, 1994.
LEDRU, M. P. et al. Vegetation dynamics in southern and central Brazil during the last 10,000 yr B.P. Review of Palaeobotany and Palynology, v. 99, n. 2, p. 131-142, 1998.
LEMOS, H. L. et al. Structure and floristic relationships between Cerrado sensu stricto sites on two types of substrate in northern Cerrado, Brazil. Biota Neotroprica, v. 13, n. 4, p. 121-132, 2013.
LIMA, T. A.; PINTO, J. R. R.; LENZA, E.; PINTO, A. S. Floristic and structure of woody vegetation of a "cerrado rupestre" area in Serra de Caldas Novas state park, Goiás. Biota Neotroprica, v. 10, n. 2, p.159-166, 2010.
LIMA-RIBEIRO, M. S. Efeitos de borda sobre a vegetação e estruturação populacional em fragmentos de Cerradão no Sudoeste Goiano, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 22, p. 535-545, 2008.
LORENTE, F. L.; MEYER, K. E. B. Palinomorfos da vereda da Fazenda Urbano, município de Buritizeiro, Minas Gerais, Brasil. IHERINGIA, Série Botânica, v. 65, n. 2, p. 133-169, 2010.
LOSCHI, R. A. et al. Variações estruturais e ambientais em um contínuo de mata de galeria/cerrado stricto sensu em Itumirim, MG. Cerne, v. 19, n. 2, p. 213-227, 2013.
MAIA, V. C.; FERNANDES, G. W. Insect galls from Serra de São José (Tiradentes, Minas Gerais, Brazil). Brazilian Journal Biology, v. 64, p. 423-445, 2004.
MARIMON JUNIOR, B. H.; HARIDASAN, M. Comparação da vegetação arbórea e características edáficas de um cerradão e um cerrado sensu stricto em áreas adjacentes sobre solo distrófico no leste de Mato Grosso, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 19, n.4, p.913-926, 2005.
MARTINS, E. G. et al. Description and ecology of a new species of sun spider (Arachnida: Solifugae) from the Brazilian Cerrado. Journal of Natural History, v. 38, n. 18, p. 2361–2375, 2004.
MEDEIROS, M. B.; MIRANDA, H. S. Mortalidade pós-fogo em espécies lenhosas de campo sujo submetido a três queimadas prescritas anuais. Acta Botanica Brasilica, São Paulo, v. 19, n. 3, p. 493-500, 2005.
MEWS, H. A. et al. Dinâmica estrutural da comunidade lenhosa em Floresta Estacional Semidecidual na transição Cerrado-Floresta Amazônica, Mato Grosso, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 25, p. 845-857, 2011 .
MITTERMEIER, R. A. et al. Hotspots revisited: earth's biologically richest and most endangered terrestrial ecoregions. Cidade do México: CEMEX & Agrupacion Sierra Madre, 2004, 392 p.
MORAIS, V. A. et al. Carbon and biomass stocks in a fragment of cerradão in Minas Gerais state, Brazil. Cerne, v. 19, n. 2, p. 237-245, 2013.
MOREIRA, S. et al. Flora and vegetation structure of vereda in southwestern Cerrado. Oecologia Australis, v. 23, n. 4, p. 776-798, 2019.
MOREIRA, S. N. et al. Structure of pond vegetation of a vereda in the Brazilian Cerrado. Rodriguésia, v. 62, n. 4, p. 721-729, 2011.
MUNHOZ, C. B. R; FELFILI, J. M. Reproductive phenology of an herbaceous-subshrub layer of a Savannah (Campo Sujo) in the Cerrado Biosphere Reserve I, Brazil. Brazilian Journal of Biology, São Carlos, v. 67, n. 2, p. 299-307, 2007.
MYERS, N. et al. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature, v. 403, p. 853–858, 2000.
NEVES, W. V. et al. Estudo das Coberturas Superfi ciais na Interface Cerrado-Vereda no Norte de Minas Gerais. Revista Brasileira de Geomorfologia, v. 16, n. 3, p. 351-367, 2015.
OLIVEIRA, G., COUTINHO, B., CICALISE, B., & AOKI, C. (2019). Florística da mata ciliar do Rio Aquidauana (MS): subsídios à restauração de áreas degradadas. Oecologia Australis, v. 23, p. 812-828, 2019.
OLIVEIRA-FILHO, A. T.; FONTES, M. A. L. Patterns of floristic differentiation among Atlantic forests in Southeastern Brazil and the influence of climate. Biotropica, v. 32, p. 793-810, 2000.
OLIVEIRA-FILHO, A. T; RATTER, J. A. Vegetation Physiognomies and Woody Flora of the Cerrado Biome. In: OLIVEIRA, P. S.; MARQUIS, R. J. (ed.). The Cerrados of Brazil: ecology and natural history of a neotropical savanna. New York: Columbia University Press, 2002. p. 91-120
PEDRO, C. M. et al. Supplying and decomposition of burlap in a fragment of cerrado sensu stricto. Floresta, v. 49, p. 237-246, 2019.
PENNINGTON, R. T.; PRADO, D. E.; PENDRY, C. A. Neotropical seasonally dry forests and quaternary vegetation changes. Journal of Biogeography, v. 27, p. 261-273, 2000
PEREIRA, C. G. et al. Underground leaves of Philcoxia trap and digest nematodes. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 109, p. 1154-1158, 2012.
PEREIRA, F. C. et al. Diversidade de Asteraceae em um campo de murundus no sudoeste de Goiás, Brasil. Rodriguésia, v. 70, e00412017, 2019.
PINHEIRO, M. H. O.; MONTEIRO, R. Contribution to the discussions on the origin of the cerrado biome: Brazilian savanna. Brazilian Journal of Biology, v. 70, p. 95-102, 2010.
PRADO, P. I. et al. New species of Tomoplagia Coquillett (Diptera: Tephritidae) from capitula of Asteraceae in Brazil. Neotropical Entomology, v. 33, n. 2, p. 189-211, 2004.
RIBEIRO, J. F.; SANO, S. M.; MACÊDO, J.; SILVA, J. A. Os principais tipos fitofisionômicos da região dos Cerrados. Planaltina: Embrapa-CPAC, 1983. 28 p.
RIBEIRO, J. F.; WALTER, B. M. T. As principais fitofisionomias do bioma Cerrado. In: SANO, S. M.; ALMEIDA, S. P.; RIBEIRO, J. F. (ed.). Cerrado: ecologia e flora. Ecologia e flora. Brasília: Embrapa, 2008. p. 151-222.
RIBEIRO, J. F.; WALTER, B. M. T. Fitofitofisionomia do Bioma Cerrado. In: SANO, S. M.; ALMEIDA, S. P. (Eds.) Cerrado: ambiente e flora. Brasília: Embrapa, 1998. p.89-166.
ROSOLEN, V.; DE OLIVEIRA, D. A.; BUENO, G. T. Vereda and Murundu wetlands and changes in Brazilian environmental laws: challenges to conservation. Wetlands Ecology and Management, v. 23, n. 2, p. 285–292, 2014.
ROSSATTO, D. R. et al . Características funcionais de folhas de sol e sombra de espécies arbóreas em uma mata de galeria no Distrito Federal, Brasil. Acta Botanica Brasilica, v. 24, p. 640-647, 2010.
RSTUDIO TEAM (2019). RStudio: Integrated Development for R. Boston, MA. Disponível em: http://www.rstudio.com/. Acesso em: 14 maio 2020.
SANO, E. E. et al. Cerrado ecoregions: a spatial framework to assess and prioritize Brazilian savanna environmental diversity for conservation. Journal of Environmental Management, v. 232, p. 818-828, 2019.
SANO, S. M.; ALMEIDA, S. P. (Eds.) Cerrado: ambiente e flora. Brasília: Embrapa Cerrados, 1998.
SANO, S.M.; ALMEIDA, S. P.; RIBEIRO, J. F. (eds.). Cerrado: ecologia e flora. Brasília: Embrapa Cerrados, 2008.
SANTOS, L. A. C. Agroecologia e conhecimento tradicional: uma análise bibliométrica. Tecnia, v. 5, n. 1, p. 153-179, 2020.
SILVA, A. M.; MORAES, M. L. T.; BUZETTI, S. Propriedades químicas de solo sob reflorestamento ciliar após 20 anos de plantio em área de cerrado. Revista Árvore, v. 35, p. 97-106, 2011.
SILVA, D. P. et al. Is the herb-shrub composition of veredas (Brazilian palm swamps) distinguishable? Acta Botanica Brasilica, v. 32, n. 1, p. 47-54, 2017.
SILVA, I. C. Caracterização fisionômica de fragmentos vegetacionais do distrito de Rubião Júnior, município de Botucatu, São Paulo. 2010. 117 f. Dissertação. Mestrado em Ciências Biológicas, Instituto de Biociências, Universidade Estadual Paulista, Botucatu, 2010.
SILVA, L. O. et al. Levantamento florístico e fitossociológico em duas áreas de cerrado sensu stricto no Parque Estadual da Serra de Caldas Novas, Goiás. Acta Botanica Brasilica, v. 16, p. 43-53, 2002.
SILVA, M. A. O.; ROMERO, R. Melastomataceae das serras do município de Delfinópolis, Minas Gerais, Brasil. Rodriguésia, v.59, n.4, p.609-647, 2008.
SILVEIRA, F. A. O. et al. Ecology and evolution of plant diversity in the endangered campo rupestre: a neglected conservation priority: a neglected conservation priority. Plant And Soil, v. 403, n. 1-2, p. 129-152, 2016.
SOUZA, P. B. et al. Florística de uma área de cerradão na floresta nacional de Paraopeba - Minas Gerais. Cerne, v. 16, p. 86-93, 2010.
SOUZA, U. J. B. D.; TELLES, M. P. D. C.; DINIZ-FILHO, J. A. F. Tendências da literatura científica sobre genética de populações de plantas do Cerrado. Hoehnea, v. 43, n. 3, p. 461-477, 2016.
STALLINGS, J. et al. Determining scientific impact using a collaboration index. Proceedings of the National Academy of Sciences, v. 110, n. 24, p. 9680–9685, 2013.
STRASSBURG, B. B. et al. Moment of truth for the Cerrado hotspot. Nature Ecology & Evolution, v. 1, n. 4, 1-3, 2017.
TRIPATHI, M.; KUMAR, S.; SONKER, S. K.; BABBAR, P. Occurrence of author keywords and keywords plus in social sciences and humanities research : A preliminary study. COLLNET Journal of Scientometrics and Information Management, v. 12:2, p. 215-232, 2018.
TUBELIS, D. P. Veredas e seu uso por aves no Cerrado, América do Sul: uma revisão. Biota Neotropica, v. 9, n.3, p.363-374, 2009.
VIANI, R. A. G. et al. Soil pH accounts for differences in species distribution and leaf nutrient concentrations of Brazilian woodland savannah and seasonally dry forest species. Perspectives in Plant Ecology, Evolution and Systematics, v. 16, p. 64–74, 2014.
WERNECK, F. P. The diversification of eastern South American open vegetation biomes: Historical biogeography and perspectives, Quaternary Science Reviews, v. 30, n. 13, p. 1630-1648, 2011.
WERNECK, F. P.; COLLI, G. R; VITT, L.J. Determinants of assemblage structure in Neotropical dry forest lizards. Austral Ecology, v. 34, p. 97-115, 2009.
Publicado
2020-09-09
Como Citar
Aparecido Costa Santos, L., Couto de Miranda, S. do, & e Silva Neto, C. de M. (2020). Fitofisionomias do Cerrado: definições e tendências. Élisée - Revista De Geografia Da UEG, 9(2), e922022. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/elisee/article/view/10907