DESCONTROLES BIOPOLÍTICOS NUMA LITERATURA DE MEGALOMANÍACOS

  • Vanina Carrara Sigrist Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Palavras-chave: Biopolítica. Giorgio Agamben. Literatura. Personagens megalomaníacos.

Resumo

Este texto procura discutir os conceitos biopolíticos de vida nua e de lei vigente, mas sem significado, tais como formulados por Giorgio Agamben, através da leitura de algumas obras literárias que parecem antecipar, com seus protagonistas megalomaníacos pelo bem da humanidade, a problemática do poder sobre a vida e a morte. Serão feitas algumas referências aos protagonistas de Kafka, Dostoievski, Mary Shelley, Stevenson e Hoffmann, sem uma excessiva preocupação cronológica. A literatura, nessa perspectiva, contribui para a movimentação de alguns dos principais fundamentos do pensamento ocidental sobre o valor ou o desvalor da vida do homem nas esferas científicas e jurídicas, os quais têm mais intensamente permeado as reflexões biopolíticas e também literárias nas últimas décadas. 

Biografia do Autor

Vanina Carrara Sigrist, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Mestre e doutoranda em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), bolsista CNPq.

Como Citar
Sigrist, V. (1). DESCONTROLES BIOPOLÍTICOS NUMA LITERATURA DE MEGALOMANÍACOS. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 2(1), 278-288. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/5418
Seção
Teoria Literária