Para além da Campa (ou a morte do autor e a artimanha machadiana em Memórias Póstumas de Brás Cubas)

  • Dirceu Magri Universidade de São Paulo (USP).
Palavras-chave: Morte do autor. Leitor. Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas. Intertextualidade.

Resumo

 O objetivo deste estudo é refletir sobre algumas das propostas abordadas pela crítica no trato da morte do autor em estreita relação com Memórias póstumas, obra machadiana de reconhecida relevância. Assim, a partir do olhar de Meyer a desnudar o homem subterrâneo em Machado de Assis sob a máscara de Cubas, na tentativa de mostrar o subterfúgio inconfesso do autor - o que indubitavelmente nos transporta ao modelo de crítica que se fazia à época de Gustave Lanson e Sainte-Beuve, quando se produziam as famosas teses X, l’homme et l’oeuvre, - se chega às formulações de Barthes e Foucault, influenciados pela noção de desaparecimento do eu professada por Mallarmé e por Blanchot.

Biografia do Autor

Dirceu Magri, Universidade de São Paulo (USP).

Doutorando pelo programa de pós-graduação em Letras (Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, da Universidade de São Paulo (USP).

Como Citar
Magri, D. (1). Para além da Campa (ou a morte do autor e a artimanha machadiana em Memórias Póstumas de Brás Cubas). Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 3(1), 161-175. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/5375
Seção
Teoria Literária