A aprendizagem e o prazer em Clarice Lispector

  • Gislei Martins Souza Mestre em Estudos de Linguagem (Estudos Literários) pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Palavras-chave: Filosofia. Conhecimento. Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres

Resumo

Propõe-se, neste artigo, um estudo do romance Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres (1998), de Clarice Lispector, procurando compreender a figuração da aprendizagem e do prazer na trajetória feita pela protagonista Lóri rumo ao conhecimento da subjetividade. Problematiza-se como o senso comum perde espaço com o desmoronamento das identidades fixas, o que possibilita à personagem se libertar das amarras inerentes aos modos de ser cristalizados na cultura ocidental, ao mesmo tempo em que propicia uma abertura à aprendizagem do saber invisível, inacessível e inesperado. Para tanto, dialoga com as contribuições da Filosofia, em especial, com o pensamento de Heráclito, ampliado por Heidegger e propagado por Deleuze sobre o conceito de logos.

Biografia do Autor

Gislei Martins Souza, Mestre em Estudos de Linguagem (Estudos Literários) pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Mestre em Estudos de Linguagem (Estudos Literários) pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Como Citar
Souza, G. (1). A aprendizagem e o prazer em Clarice Lispector. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 4(1), 159-175. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/5354
Seção
Teoria Literária