As concepções de língua e dialeto e o preconceito sociolinguístico

  • Djiby Mané Universidade Estadual de Goiás (UEG)
Palavras-chave: Língua. Dialeto. Variedade. Preconceito.

Resumo

Este artigo consiste em conceituar e distinguir os termos língua e dialeto no intuito de trazer soluções sobre a confusão que se faz a respeito de se uma determinada variedade linguística é língua ou dialeto. Essa confusão parece ocorrer quer por falta de conhecimentos linguísticos, quer por puro preconceito. Conceituar língua e dialeto não é uma tarefa fácil. Acredita-se que variedades de línguas são muitas vezes chamadas de dialetos por várias razões: elas não são conhecidas como línguas literárias, os falantes de uma determinada língua não têm seu próprio Estado, sua língua não tem prestígio ou porque são socioeconomicamente desfavorecidos. Assim, para esta distinção, tomaremos em consideração, além de fatores linguísticos, fatores históricos, geográficos e sociopolíticos. A metodologia de pesquisa é de cunho bibliográfico baseada em teóricos tais como HAUGEN (1966), TRUDGILL (1980) e WEINREICH (1974). Além disso, foram colhidas ocorrências linguísticas mais frequentes no dia a dia dos falantes.

Biografia do Autor

Djiby Mané, Universidade Estadual de Goiás (UEG)

Doutor em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB). Docente do Curso de Letras da Universidade Estadual de Goiás (UEG – Formosa).

 

Como Citar
Mané, D. (1). As concepções de língua e dialeto e o preconceito sociolinguístico. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 4(1), 39-51. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/5335
Seção
Linguística