Limitações dos protocolos verbais na pesquisa sobre inferência lexical em L2

  • Alessandra Baldo Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas, RS (UFPel)

Resumo

Este artigo tem como objetivo discutir as limitações que se apresentaram como as mais significativas para o emprego do método qualitativo denominado protocolos verbais em um estudo sobre inferência lexical na língua estrangeira (Baldo et al, 2010), decorrentes da subjetividade do processo de análise de dados. Iniciaremos com uma breve revisão da literatura sobre os protocolos, a fim de facilitar a compreensão do design da pesquisa em que estes foram empregados. A partir disso, o problema da subjetividade será ilustrado através de amostras de classificações dissonantes, realizadas de modo independente por dois pesquisadores. Na parte final, o caminho seguido para minimizar esse problema será apresentado, com a intenção de contribuir para pesquisas futuras que venham a empregar esse método de pesquisa.

Biografia do Autor

Alessandra Baldo, Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas, RS (UFPel)

Doutora em Letras (Linguística Aplicada) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Professora-adjunta do Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas, RS (UFPel).

Como Citar
Baldo, A. (1). Limitações dos protocolos verbais na pesquisa sobre inferência lexical em L2. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 3(2), 221-235. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/5332
Seção
Linguística