Dois modos de ver o mundo: a cronística luso-brasileira e Emmanuel Lévinas

  • Maria Laura Bettencourt Pires Centro de Estudos de Comunicação e Cultura, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, Portugal (CECC/UCP)
Palavras-chave: Lévinas, Alteridade, Mundividência

Resumo

Ao ler a cronística luso-brasileira, ficamos com uma visão do ideário da época e da noção de superioridade que prevalecia entre os colonizadores. Neste artigo, discorre-se sobre o que podemos aprender com a leitura das obras de Emmanuel Lévinas e com a sua teoria da alteridade, a propósito da construção do conhecimento, da aquisição de competência cultural e da aplicação da sua conceptualização do "Outro" à educação, ao ensino de línguas, tanto maternas como estrangeiras, e à acção social. Apresentam-se também perspectivas e reflexões que, de uma forma problematizadora, se referem às críticas pós-colonialistas inerentes à visão levinasiana do "Outro".

Biografia do Autor

Maria Laura Bettencourt Pires, Centro de Estudos de Comunicação e Cultura, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, Portugal (CECC/UCP)
Centro de Estudos de Comunicação e Cultura, Universidade Católica Portuguesa, Lisboa, Portugal. E-mail: laurapir@fch.lisboa.ucp.pt
Como Citar
Pires, M. L. (1). Dois modos de ver o mundo: a cronística luso-brasileira e Emmanuel Lévinas. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 7(2), 213-222. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/4818