O PAPEL DAS ATITUDES LINGUÍSTICAS NA MANUTENÇÃO OU NÃO DA LÍNGUA INDÍGENA EM COMUNIDADES INDÍGENAS BILÍNGUES: O CASO IPEGUE/TERENA

  • Mariana de Souza Garcia Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)
Palavras-chave: Atitudes linguísticas. Contato entre línguas. Língua Terena. Bilinguismo. Línguas minoritárias.

Resumo

Este artigo discute o papel das atitudes linguísticas na manutenção ou não da primeira língua e/ou do bilinguismo. As atitudes linguísticas são abordadas a partir de um modelo teórico que reconhece no contexto situacional a existência de fatores externos e internos a uma comunidade de fala. Tendo como foco as comunidades minoritárias, nas perspectivas histórica, política, econômica, entre outras, à guisa de ilustração, são analisadas algumas das atitudes linguísticas da comunidade
indígena Ipegue para com a sua língua indígena (Terena) e para com a língua do contato e da sociedade envolvente (o Português).

Biografia do Autor

Mariana de Souza Garcia, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)
Professora adjunta da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Doutora em Letras e Linguística pela Universidade Federal de Goiás (UFG).
Como Citar
Garcia, M. (1). O PAPEL DAS ATITUDES LINGUÍSTICAS NA MANUTENÇÃO OU NÃO DA LÍNGUA INDÍGENA EM COMUNIDADES INDÍGENAS BILÍNGUES: O CASO IPEGUE/TERENA. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 1(1), 99-118. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/4563
Seção
Linguística