PRODUÇÃO DE TEXTOS NA ESCOLA: A REESCRITA COMO FORMA DE ROMPER A ARTIFICIALIDADE DE USO DA LÍNGUA

  • Maria de Lourdes Faria dos Santos Paniago Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Sebastião Carlúcio Alves Filho Universidade Federal de Goiás (UFG)
Palavras-chave: Produção de textos. Artificialidade. Reescrita. Ensino.

Resumo

Este texto apresenta os primeiros resultados do projeto de pesquisa “Buscando a qualidade do ensino na universidade e na e na escola”, desenvolvido no Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás. Serão analisadas algumas respostas fornecidas por professores de ensino médio, em questionário proposto pela pesquisa, as quais revelam a forma como vem sendo conduzido o ensino de produção de textos nas escolas pesquisadas. Além disso, refletiremos sobre a importância da
reescrita, a partir da análise de textos reescritos por alunos dos cursos de Letras e Pedagogia do CAJ. Nossos dados revelam que a reescrita, se utilizada regularmente como estratégia de ensino, pode ser uma ferramenta eficiente para quebrar a artificialidade do uso da língua nas aulas de Língua Portuguesa.

Biografia do Autor

Maria de Lourdes Faria dos Santos Paniago, Universidade Federal de Goiás (UFG)
Doutora em Linguística Universidade Estadual Paulista (UNESP), professora do Curso de Letras do Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás (UFG) e do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística da mesma universidade, em Goiânia. Presidente da ANPGL – Associação Nacional de Pesquisa na Graduação em Letras, biênio 2009-2011.
Sebastião Carlúcio Alves Filho, Universidade Federal de Goiás (UFG)
Graduando em Letras no Campus Jataí da Universidade Federal de Goiás (UFG). Bolsista
PROLICEN.
Como Citar
Paniago, M., & Filho, S. (1). PRODUÇÃO DE TEXTOS NA ESCOLA: A REESCRITA COMO FORMA DE ROMPER A ARTIFICIALIDADE DE USO DA LÍNGUA. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 1(1), 80-98. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/4562
Seção
Linguística