A linguagem da capoeira: uma interpretação ecolinguística e mítica

  • Zilda Pinheiro Dourado Universidade Federal de Goiás (UFG)
Palavras-chave: Ecolinguística.Antropologia do Imaginário, Capoeira angola, Mitologia.

Resumo

Este artigo irá analisar a linguagem da capoeira angola pelo viés da Ecolinguística, de acordo com Nenoki do Couto (2013) e Couto (2007), associada aos estudos da Antropologia do Imaginário, segundo Gilbert Durand (2002). O objetivo geral é demonstrar que a linguagem da capoeira é integradora dos elementos linguísticos, paralinguísticos, proxêmicos e cinésicos, como evidenciados em seus cantos entoados no momento da roda de capoeira. Para comprovar essa tese são analisados alguns cantos da capoeira angola praticada pelo Grupo Calunga de capoeira angola de Goiânia/Goiás.

Biografia do Autor

Zilda Pinheiro Dourado, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Doutoranda em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Goiás – bolsista CNPq.  Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Ecolinguística e Imaginário (NELIM), cadastrado no CNPq. E-mail: zildadourado18@gmail.com.

Como Citar
Dourado, Z. (1). A linguagem da capoeira: uma interpretação ecolinguística e mítica. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 7(1), 101-115. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/4454