A marca do gozo no texto: Eros vs. Tânatos à luz do conceito de sublimação

  • Rita Isadora Pessoa Soares de Lima Universidade Federal Fluminense (UFF)
Palavras-chave: Psicanálise, Melancolia, Traço, Gozo, Sylvia Plath

Resumo

Este artigo tem como objetivo examinar a relação entre o conceito de sublimação na Psicanálise e o traço melancólico no texto literário. Partimos do pressuposto de que a marca de Tânatos, a pulsão de morte, é ao mesmo tempo o que funda o traço melancólico e aquilo que dá notícias da presença do gozo no texto. Para isso, investigamos alguns dos poemas finais da poeta norte-americana Sylvia Plath, presentes em seu livro Ariel, e também o conceito psicanalítico de sublimação, buscando no corpus de análise os vestígios melancólicos de um desaparecimento do eu, que assinalam, por sua vez, a experiência de um eclipse textual.

Biografia do Autor

Rita Isadora Pessoa Soares de Lima, Universidade Federal Fluminense (UFF)
Especializada em Literatura Portuguesa e Africanas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Teoria Psicanalítica (UFRJ) e doutoranda em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Pesquisa o tema do duplo e o traço melancólico no texto literário de Sylvia Plath; heteronímia em Virgílio de Lemos.
Como Citar
Lima, R. (1). A marca do gozo no texto: Eros vs. Tânatos à luz do conceito de sublimação. Via Litterae (ISSN 2176-6800): Revista De Linguística E Teoria Literária, 6(2), 331-350. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/vialitterae/article/view/3546
Seção
Teoria Literária