PERDA DE CARGA EM TUBULAÇÕES : UMA ANÁLISE ENTRE MODELOS TEÓRICOS E DADOS EXPERIMENTAIS
Resumo
Este estudo investiga a perda de carga contínua e localizada em tubulações de cobre de pequeno
diâmetro, comparando resultados experimentais a diferentes formulações teóricas. Ensaios em bancada
foram realizados em tubo de 13,9 mm de diâmetro sob distintas vazões e acessórios hidráulicos, permitindo
a determinação da perda de carga distribuída e dos coeficientes de perda localizada. Os resultados
experimentais foram confrontados com as equações de Darcy-Weisbach (Fórmula Universal), FairWhipple-Hsiao, Flamant, Hazen-Williams e Manning, além de valores de coeficientes K e comprimentos
equivalentes da literatura. A equação de Fair-Whipple-Hsiao apresentou os resultados mais próximos aos
ensaios, com erro médio de 3,15%, seguida de Flamant (6,87%), Manning (8,44%) e Darcy-Weisbach
(8,47%). Já a Hazen-Williams superestimou em média 117,76% a perda de carga. Para a perda localizada,
os coeficientes K e comprimentos equivalentes foram, em geral, inferiores aos valores de referência,
indicando superdimensionamento das tabelas normativas. Conclui-se que a adequação das formulações
depende do diâmetro e da condição de escoamento, e que dados experimentais são fundamentais para
projetos hidráulicos mais precisos e econômicos.
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Direitos autorais (c) 2025 Revista Mirante (ISSN 1981-4089)

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