TRANSFIGURAÇÃO, INJUSTIÇA E SILÊNCIO EM BERNARDO ÉLIS

  • Maria de Fátima Gonçalves Lima Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC) / Academia Goiana de Letras (AGL)

Resumo

Bernardo Élis não se preocupa em explorar a beleza, para deleite do leitor, ao contrário, denuncia e transfigura as injustiças e violências praticadas, principalmente, nos sertões goianos.  O ficcionista traduz as facetas do sertão com seus caminhos e descaminhos e delineia a constituição psicológica das personagens e contexto histórico-social em que vivem. Transcende com isso, o regionalismo e ganha caráter universal, no eterno embate do homem com a opressão física e moral.

Palavras-chave:  Violência.  Injustiça.  Seleta. Bernardo Élis.

Biografia do Autor

Maria de Fátima Gonçalves Lima, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC) / Academia Goiana de Letras (AGL)

Graduação em Letras e Direito pela PUC Goiás, Mestrado em Literatura Brasileira (Universidade Federal de Goiás) e Doutorado em Letras (Área de Teoria da Literatura) pela Universidade Estadual de São Paulo, campus - São José do Rio Preto; Pós-doutorado pela PUC/ Rio, Pós-doutorado PUC SP (2014). É docente na Graduação e Pós-Graduação Curso de Letras da PUC Goiás atuando especialmente em temáticas referentes a estudos sobre a linguagem do texto poético, poéticas do imaginário, ecocriticismo, Escritas contemporâneas, arte e performance. É Coordenadora do Pós-Graduação em Letras (PPGL) Mestrado em Letras - Literatura e Crítica Literária da PUC Goiás, desde 10/03/2009. É Crítica literária, ensaísta e escritora de obras infantis. Coordenou o Projeto de pesquisa   Transfiguração, Injustiça e Silêncio em   Bernardo Élis; atualmente coordena o Projeto Perfomance, Imaginário e Ciberecopoesia em Movimento. É Membro da Academia Goiana de Letras, titular da cadeira Nº 5

Publicado
2020-11-26