AS FIGURAS DE LINGUAGEM E O REGIONALISMO DE BERNARDO ÉLIS NO CONTO “NHOLA DOS ANJOS E A CHEIA DO CORUMBÁ”

  • Nilson Gomes Jaime Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) / Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis Para os Povos do Cerrado (Icebe).

Resumo

As figuras de linguagem e expressões populares do homem cerratense estão entre as principais técnicas da narrativa de Bernardo Élis e marcam fortemente o seu estilo regionalista. Já em seu livro de estreia literária, Ermos e Gerais, o conto Nhola dos Anjos e a cheia do Corumbá evidenciou essa linguagem peculiar e o fatalismo no realismo telúrico do escritor goiano. Neste trabalho são estudadas algumas dessas expressões idiomáticas e figuras de linguagem, próprias dos habitantes do Centro-Oeste brasileiro, expressas no conto e tão presentes na literatura de Bernardo Élis.
Palavras-chave: Nhola dos Anjos. Ermos e Gerais. Bernardo Élis. Rio Corumbá.

Biografia do Autor

Nilson Gomes Jaime, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) / Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis Para os Povos do Cerrado (Icebe).

Engenheiro Agrônomo, mestre e doutor em agronomia pela Universidade Federal de Goiás (UFG), é ex-professor desta instituição, historiador, genealogista e escritor, autor de quatro livros e coautor de outros quatro. Participa como membro titular do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG); da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música (Aplam); da Academia Goianiense de Letras (AGnL); conselheiro da Associação Goiana de Imprensa (AGI); vice-presidente do Instituto Bernardo Élis para os Povos do Cerrado (Icebe); e presidente da Academia Palmeirense de Letras, Artes, Música e Ciências (Aplamc).

Publicado
2020-11-26