PATRIMÔNIO E PRESERVAÇÃO: ELO ROMPIDO EM ANÁPOLIS, GOIÁS

Palavras-chave: patrimônio, memória, arquitetura, Anápolis, educação patrimonial

Resumo

O presente artigo busca discutir a situação da preservação patrimonial em Anápolis, em especial no setor Central. A partir de um breve apanhado histórico é revelado o contexto da atual preservação na cidade, com poucos edifícios tombados e muitos de caráter patrimonial cultural, contudo, esquecidos, subutilizados e/ou escondidos atrás de propagandas, banners, faixas, fiações e fachadas extremamente agressivas à paisagem urbana. O trabalho dá foco a esses edifícios que fazem parte da história da sociedade Anapolina, os quais, devido a um desapego pelo patrimônio, acabaram no ostracismo. Objetiva chamar atenção para o poder identitário, numa perspectiva do patrimônio para as futuras gerações e questionar como e se tem ocorrido uma educação patrimonial na cidade, visto que para se preservar algo é necessário conhecê-lo.

Biografia do Autor

Lara Ferreira Amaral, Centro Universitário de Anápolis

Arquiteta e Urbanista pelo Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA-2018). E-mail: larafeerreira@gmail.com

Mário Pinto Calaça Júnior

Arquiteto e Urbanista pelo Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA-2018)

Richardson Thomas Silva Moraes, Universidade de Brasília

Mestrando em Arquitetura e Urbanismo pela Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (PPG-FAU-UnB). Pós-graduando em Design de Interiores pelo Instituto de Pós-graduação e Graduação (IPOG-Goiânia). Arquiteto e Urbanista pelo Centro Universitário de Anápolis (UniEVANGÉLICA-2018). E-mail: richardson-thomas@hotmail.com.

Publicado
2020-11-20