VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA COMO VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS: ENTRE A MATERNIDADE E O GÊNERO

Autores

  • Kamyla Vitória da Silva Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • Isabella Christina da Mota Bolfarini
  • Vitória Martins Fernandes

Palavras-chave:

Violência obstétrica, Direitos humanos, Gênero, Saúde reprodutiva, Dignidade humana

Resumo

O artigo analisa a violência obstétrica como uma violação dos direitos humanos das mulheres, destacando suas dimensões jurídicas, sociais e de gênero. A pesquisa, de natureza qualitativa e bibliográfica, examina práticas institucionais que desrespeitam a autonomia das gestantes e comprometem seus direitos fundamentais. No primeiro momento, aborda-se a configuração jurídico-social da violência obstétrica, com base em tratados internacionais e normas nacionais de proteção à mulher. Em seguida, discute-se como as relações de poder entre profissionais de saúde e gestantes, marcadas por desigualdades de gênero, raça e classe, reforçam a medicalização e a desumanização do parto. Conclui-se que o enfrentamento da violência obstétrica exige reconhecimento jurídico, responsabilização institucional e políticas públicas que garantam um parto digno e respeitoso.

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Publicado

05-01-2026

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Como Citar

VITÓRIA DA SILVA, Kamyla; MOTA BOLFARINI, Isabella Christina da; MARTINS FERNANDES, Vitória. VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA COMO VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS: ENTRE A MATERNIDADE E O GÊNERO. Atâtôt - Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos da UEG, Brazil, v. 7, n. 1, 2026. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/atatot/article/view/17812. Acesso em: 26 set. 2026.