ANDRÉ LOUCO

Autores

  • Maria Carmelita Fleury Curado Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis para os Povos do Cerrado (ICEBE)

Resumo

A tela de Maria Carmelita Fleury Curado, em dimensões médias, retrata a cena final do conto, depois novela André louco, de Bernardo Élis Fleury de Campos Curado, que foi enfeixado no livro Ermos e gerais, publicado em 1944, e depois publicado avulso, como novela, pela Editora José Olympio, do Rio de Janeiro. Trabalho em óleo sobre tela de linhagem, em fabricação própria da artista, mostra a horripilante cena do suicídio do protagonista, amarrado numa corda. As cores mostram a cena, com a luz dúbia do fogão, a convergência do olhar para a figura pendurada e a os efeitos visuais de tal situação. É possível identificar nas cores e na simetria do ambiente, toda uma objetividade em destacar a figura do personagem principal, acossado por diferentes sofrimentos, dada sua situação de demente, desrespeitado de uma maneira geral.

Professor Dr. Bento Alves Araújo Jayme Fleury Curado

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Publicado

2021-11-25

Edição

Seção

O encontro entre cores e narrativas: Bernardo Élis por Maria Carmelita F. Curado

Como Citar

ANDRÉ LOUCO. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais (2238-3565), [S. l.], v. 10, n. 4, p. 1–2, 2021. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/12564. Acesso em: 28 abr. 2026.

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