ECOSAÚDE E SUSTENTABILIDADE EM ANÁPOLIS-GO:

CAMINHOS PARA UM ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL

Autores

  • Marco Aurélio Bernardes Braz Universidade Estadual de Goiás , Universidade Evangélica de Goiás
  • Fernando Gomes Barbosa Universidade Estadual de Goiás , Secretaria Estadual de Educação de Goiás
  • Isleide Maria Alves Portela Universidade Estadual de Goiás , Secretaria Municipal de Educação de Goiânia
  • Poliene Soares dos Santos Bicalho Universidade Estadual de Goiás
  • Josana de Castro Peixoto Universidade Estadual de Goiás , Universidade Evangélica de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.31668/7ebdyh04

Palavras-chave:

Ecosaúde; Envelhecimento ativo; Gerontologia.

Resumo

Este artigo de pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva avalia a relação entre Ecosaúde e sustentabilidade no contexto urbano de Anápolis, Goiás, focando no bem-estar da população idosa. O estudo analisou como a integração da saúde humana e ambiental se manifesta nas políticas públicas brasileiras e na infraestrutura urbana local, buscando caminhos para um envelhecimento mais saudável e ativo. A metodologia combinou análise documental de legislações como o Estatuto do Idoso com observação direta em parques e áreas verdes de Anápolis, que são adaptadas para atividades físicas e lazer da terceira idade. Os resultados apontam que, embora a legislação nacional garanta direitos essenciais, sua concretização municipal é limitada pela insuficiência de recursos financeiros. Contudo, espaços como os parques Ipiranga, Liberdade e JK são reconhecidos como vitais para a Ecosaúde. O contato com esses ambientes naturais é comprovadamente benéfico, promovendo o envelhecimento ativo e contribuindo significativamente para a saúde física e mental dos idosos, incluindo a redução do estresse. O estudo ressalta a necessidade de investimento contínuo na manutenção e adaptação da infraestrutura urbana. É crucial instalar equipamentos e garantir a acessibilidade plena desses espaços, transformando-os em verdadeiros promotores de saúde social e ambiental. Conclui-se que a Ecosaúde é fundamental para a qualidade de vida do idoso em Anápolis, exigindo maior alinhamento entre o planejamento urbano sustentável e o cuidado efetivo com as áreas verdes do município.

Biografia do Autor

  • Marco Aurélio Bernardes Braz, Universidade Estadual de Goiás, Universidade Evangélica de Goiás

    Possui graduação em Fisioterapia pela Faculdade Latino Americana (2008) e graduação em Educação Física pela Universidade Estadual de Goiás (1999) Especialista em Traumato-Ortopedia pelo CDCS (2015). Possui Curso de Aperfeiçoamento em Saúde do Idoso com ênfase em Ventilação Invasiva e Não Invasiva, Disfunções Cardiorrespiratórias do Idoso Hospitalizado( 2016), especialista em Cardiopulmonar e Terapia Intensiva (2023). Formado em Pedagogia da Universidade Estadual de Goiás (2021). Mestrado em Sociedade, Cultura e Humanidades UEG (2025). Atua como professor de ensino superior na Faculdade Anhanguera de Anápolis e Unievangêlica nos curso de Fisioterapia. 

  • Isleide Maria Alves Portela, Universidade Estadual de Goiás, Secretaria Municipal de Educação de Goiânia

    Graduada (bacharel e licenciatura) em Ciências Biológicas, pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás; Pós-graduada em Formação de professores - Área de Concentração: Educação Ambiental; Mestre em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado pela Universidade Estadual de Goiás. Atual professora regente PE- II (Apoio técnico) da Secretaria Municipal de Educação e Esporte de Goiânia (SME-GO). 

  • Poliene Soares dos Santos Bicalho, Universidade Estadual de Goiás

    Possui graduação em História pela Universidade Federal de Goiás (2000), mestrado em História pela Universidade Federal de Goiás (2003) e doutorado em História pela Universidade de Brasília (2010). Atualmente é professor titular da Universidade Estadual de Goiás e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Interdisciplinar em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Interdisciplinar, atuando principalmente nos seguintes temas: indígenas, movimento indígena, Cerrado, artes indígenas e Ditadura Civil-Militar e Indígenas. Líder do Grupo de Pesquisa SABERES, SOCIEDADE E NATUREZA NO CERRADO.

  • Josana de Castro Peixoto, Universidade Estadual de Goiás, Universidade Evangélica de Goiás

    Possui graduação em Ciências Biológicas, modalidade bacharelado pela Universidade Federal de Goiás (2001) e licenciatura pela Universidade Estadual de Goiás (2000). Mestrado (2001), doutorado em Biologia (2010) e estágio pós-doutoral pela Universidade Federal de Goiás (2015) em parceria com o Programa en Biología y Ecología Aplicada na Universidade de La Serena, La Serena, Chile. Docente do quadro efetivo da Universidade Estadual de Goiás, campus sede central, Anápolis, GO e no Programa de Pós-graduação em Territórios e Expressões Culturais do Cerrado (TECCER). Ainda atua na Universidade Evangélica de Goiás nos cursos de graduação em Ciências Biológicas (Exerceu a função de diretora de curso no período de 2013 -2020) e Medicina. Atua no Programa de Pós-Graduação (stricto sensu) em Sociedade, Tecnologia e Meio Ambiente (PPG STMA) e no Programa de Pós-graduação em ciências Farmacêuticas, Farmacologia e Terapêutica (PPG FFT). Tem experiência na área de Plantas nativas do Cerrado e conservação e bioprospecção de produtos naturais onde participa de estudos morfoanatômicos, fitoquímicos, farmacológicos e toxicológicos de plantas e seus produtos naturais e, também atua na linha de Ciências Ambientais onde participa de pesquisas voltadas à Conservação e proteção à Natureza. Faz parte do grupo de pesquisa Biodiversidade e Meio Ambiente; coordena o projeto de pesquisa Dinâmica da sucessão vegetacional em área florestada de Cerrado goiano vinculado ao Projeto PROCAD/CAPES "Novas Fronteiras no Oeste: relação entre sociedade e natureza na microrregião de Ceres em Goiás (1940-2013)" Processo CAPES 2980/2014. Participa do Núcleo de Saberes Ambientais e Tradicionais do Cerrado da Universidade Estadual de Goiás.

Publicado

2026-03-28

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