O tempo não para: presentismo e diferentes temporalidades no processo do envelhecimento

Time does not stop: presentism and different temporalities in the aging process

  • Sandra Mara Dantas Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
  • Valeska Oliveira Ferreira Secretaria de Estado da Educação Minas Gerais

Resumo

Todos os seres humanos são afetados pelo tempo, ou seja, da infância à velhice, os sujeitos constroem diferentes percepções e experiências que norteiam sua trajetória. A sociedade contemporânea parece evitar o tempo e suas decorrências que indicam a finitude humana. O presente texto procura refletir sobre as diferentes formas de experiência de tempo pelos idosos por meio dos conceitos de historicidade e temporalidade. Acrescente-se que tal discussão não se descola de uma historicização dos modos como a velhice foi sendo construída e percebida, especialmente, na sociedade brasileira. Na construção das concepções e vivências do envelhecimento é notável que desde o vocabulário às práticas, inúmeras são as formas como os sujeitos (re)significam esse processo que é inerente a todos e, simultaneamente, são afetados por um regime de historicidade específico.

Palavras-Chave: Sociedade contemporânea. Tempo e temporalidades. Envelhecimento.

Biografia do Autor

Sandra Mara Dantas, Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)

Doutora em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (UNESP); docente da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

Valeska Oliveira Ferreira, Secretaria de Estado da Educação Minas Gerais

graduada em História pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM); professora da Educação Básica da Secretaria de Educação de Minas Gerais.

Publicado
2020-07-22
Como Citar
Dantas, S., & Ferreira, V. (2020). O tempo não para: presentismo e diferentes temporalidades no processo do envelhecimento. Revista De História Da UEG, 9(2), e922013. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/revistahistoria/article/view/9876