Hannah Arendt e o método contingente: o procedimento narrativo

  • Álvaro Ribeiro Regiani Universidade Estadual de Goiás - Unidade Universitária de Formosa. Docente de história da América e da África. http://orcid.org/0000-0003-0685-435X

Resumo

Resumo: Ao investigar as reflexões teóricas sobre a história na filosofia política de Hannah Arendt, anseia-se estabelecer uma série de discussões sobre sua epistemologia para indicar limites e ou abrangências para a teoria da história e a sua escrita. A questão que ora se apresenta é delimitar essas abordagens em um campo metódico, objetivando demonstrar um arranjo de suas ideias para compreender suas noções e conceitos em seus possíveis usos para a historiografia. A riqueza dessa perspectiva reside em articular esses temas entre a história e a filosofia, o que claramente pode indicar uma relação epistemológica e metodológica por meio da narrativa.

Palavras-chave: Hannah Arendt. Teoria da história. Filosofia política.

Biografia do Autor

Álvaro Ribeiro Regiani, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Universitária de Formosa. Docente de história da América e da África.
Professor de História da América e História da África da UEG - Unidade universitária de Formosa. Mestrando em filosofia política pela UnB.
Publicado
2017-07-13
Como Citar
Regiani, Álvaro. (2017). Hannah Arendt e o método contingente: o procedimento narrativo. Revista De História Da UEG, 6(1), 184-205. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/revistahistoria/article/view/6166
Seção
Artigos (Tema Livre)