Bionegócios e desenvolvimento alternativo no estado do Amazonas (Brasil)

  • Kleber Abreu Sousa Universidade Federal do Tocantins
  • Giane Lourdes Alves de Souza Figueiredo Universidade Federal do Tocantins

Resumo

Resumo: Esta pesquisa tem como foco pontuar o modelo de desenvolvimento econômico alternativo através do aproveitamento de recursos da biodiversidade da região Amazônica na produção de alimentos, bebidas e fitoterápicos & fitocosméticos, que constituem os Bionegócios da cidade de Manaus (AM). A escassez de estudos sobre esse cenário e o potencial impacto na economia local reforçam a necessidade de ampliar a discussão e reflexão sobre os aspectos relacionados aos bionegócios para uma orientação mais estratégica dos instrumentos públicos com vistas no desenvolvimento de políticas efetivas de inovação. O estudo constitui uma pesquisa exploratória em diversas fontes bibliográficas baseados em conhecimentos consagrados sobre a biodiversidade.

Palavras-Chaves: Biodiversidade. Amazônia. Zona Franca. Inovação.

 

Biografia do Autor

Kleber Abreu Sousa, Universidade Federal do Tocantins
•Graduado em Administração de Empresas pela  Faculdade Adventista de Administração; Mestre profissional em Engenharia de Producao (UFAM;Doutor em Biotecnologia (UFAM).•Professor efetivo da Universidade Federal do Tocantins na área de Gestão de Projetos, Empreendedorismo e Inovação; •Professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura e Território (PPGCult) na UFT;
Giane Lourdes Alves de Souza Figueiredo, Universidade Federal do Tocantins
Graduada em Licenciatura em História (UEPB) e também em Tecnologia em Logística (UFT), pós-graduada Latu Sensu em Teoria da História e Metodologia do Ensino de História (UEPB), MBA em Logística e Produçao Sustentável (UFT) e mestranda do Programa de Pós Graduação em Estudos de Cultura e Território (UFT).
Publicado
2016-01-27
Como Citar
Sousa, K., & Figueiredo, G. (2016). Bionegócios e desenvolvimento alternativo no estado do Amazonas (Brasil). Revista De História Da UEG, 4(2), 139-159. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/revistahistoria/article/view/4234