Políticas Editoriais
A Expedições: Teoria da História e Historiografia ampara suas diretrizes éticas de avaliação, promoção e divulgação científica nas orientações do Committee on Publication Ethics (COPE). Situações que possam configurar má conduta científica serão analisadas pelos editores, que poderão solicitar esclarecimentos aos envolvidos e adotar as providências necessárias de acordo com a natureza do caso e com as boas práticas recomendadas pelo COPE.
| Processo de Avaliação por pares
Os artigos submetidos à Expedições: Teoria da História e Historiografia serão avaliados primeiramente pela adequação às normas editoriais presentes nas diretrizes apresentadas na aba “submissões”. Seguidamente, os artigos serão avaliados a partir de sua natureza qualitativa, a partir da modalidade avaliação por pares duplo-cega, na qual as identidades dos/as autores/as e dos/as pareceristas permanecem anônimas durante o processo de avaliação.
Como resultado, os artigos avaliados podem ser aceitos para a publicação sem ressalvas, rejeitados para a publicação ou recomendados para publicação mediante alterações. A decisão editorial será tomada pelos editores considerando o conjunto das avaliações.
| Política de Verificação de Similaridade
A Expedições: Teoria da História e Historiografia realiza a verificação de similaridade dos artigos submetidos ao software Turnitin (verificação de plágio e similitude) como parte de sua política de integridade científica. A verificação poderá ocorrer antes, durante ou após o processo de avaliação.
| Orientações quanto ao uso de Inteligência Artificial
O uso de inteligência artificial como instrumento auxiliar na produção intelectual de artigo acadêmico é aceito na Expedições: Teoria da História e Historiografia, tendo como base a portaria CNPq Nº 2.664, de 6 de março de 2026. Dessa forma, o uso de instrumentos de inteligência artificial é permitido desde que não substitua a responsabilidade intelectual dos/as autores/as e não comprometa a integridade e/ou a originalidade do trabalho. O uso da inteligência artificial pode ser realizado para atividades como revisão linguística, correção gramatical, tradução e aprimoramento da clareza do texto. Em nenhuma hipótese o uso da ferramenta deve substituir a atuação dos/as autores/as na formulação dos argumentos, na análise e interpretação dos materiais de pesquisa ou na elaboração das conclusões.
O uso de inteligência artificial deve ser declarado no momento da submissão na aba “comentários para o editor”. O/a autor/a deve descrever a função e a ferramenta de inteligência artificial utilizada, por exemplo: DeepSeek, Google Translator, ChatGPT, Gemini, Gemini NotebookLM, Grammarly, Language Tool, Scite, etc.
Os/as autores/as permanecem responsáveis pelo conteúdo integral do artigo, incluindo informações, argumentos, referências e interpretações.
| Política de Financiamentos
Os autores deverão informar a existência de financiamento ou apoio institucional, acadêmico ou financeiro relacionado à realização da pesquisa ou à elaboração do artigo. Quando aplicável, deverão ser identificadas a instituição ou agência de fomento responsável pelo financiamento e, sempre que pertinente, o número do processo, projeto, contrato ou bolsa, em nota de rodapé na primeira página.
Segundo a portaria CAPES nº 206/2018, pesquisas financiadas por bolsas ou auxílio dessa agência de fomento devem ser expressas da seguinte maneira: “O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Brasil (CAPES) - Código de Financiamento 001”.
| Comitê de Ética e pesquisas com seres humanos
Pesquisas que envolvam seres humanos deverão observar as normas éticas e legais aplicáveis ao tipo de investigação pretendida. Quando a pesquisa estiver sujeita à apreciação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, os autores deverão informar a aprovação correspondente e apresentar a documentação comprobatória.