O LÚDICO COMO FACILITADOR DO ENSINO-APRENDIZAGEM

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31668/reeduc-ueg.v10i1.14914

Palavras-chave:

Educação. Educação Infantil. Lúdico.

Resumo

Este artigo científico tem como objetivo compreender a importância do lúdico nos processos de aprendizagem das crianças pequenas. Justifica-se o presente estudo pela percepção, durante os estágios, de que o jogo é uma excelente forma de aprendizagem na educação infantil, pois já faz parte do cotidiano das crianças, além de ser uma necessidade dos indivíduos. Este trabalho trata e ao mesmo tempo defende o brincar na educação, principalmente nesse nível educacional. O problema em questão é se o lúdico pode ser um recurso importante na aprendizagem e também afeta o lado afetivo, cognitivo e social da criança. A partir disso, trabalha-se por hipótese e verificação bibliográfica de que a brincadeira deve fazer parte do trabalho, dos métodos e dos recursos dos professores. É preciso entender a influência da inteligência na educação infantil, compreender como a criança aprende por meio de brincadeiras e jogos e como isso pode favorecer seu desenvolvimento. Constata-se, como resultado, que a ludicidade é essencial no ambiente escolar e para que os alunos desenvolvam melhores relações afetivas e sociais com os colegas, a família e a sociedade como um todo, além de ser uma forma divertida de ensinar e poder aprender práticas que podem incluir, fazer e respeitar regras, pensar, adquirir autonomia e alcançar a felicidade.

Biografia do Autor

  • Lilian Mendes Miranda, UEG

    Este artigo científico tem como objetivo compreender a importância do lúdico nos processos de aprendizagem das crianças pequenas. Justifica-se o presente estudo pela percepção, durante os estágios, de que o jogo é uma excelente forma de aprendizagem na educação infantil, pois já faz parte do cotidiano das crianças, além de ser uma necessidade dos indivíduos. Este trabalho trata e ao mesmo tempo defende o brincar na educação, principalmente nesse nível educacional. O problema em questão é se o lúdico pode ser um recurso importante na aprendizagem e também afeta o lado afetivo, cognitivo e social da criança. A partir disso, trabalha-se por hipótese e verificação bibliográfica de que a brincadeira deve fazer parte do trabalho, dos métodos e dos recursos dos professores. É preciso entender a influência da inteligência na educação infantil, compreender como a criança aprende por meio de brincadeiras e jogos e como isso pode favorecer seu desenvolvimento. Constata-se, como resultado, que a ludicidade é essencial no ambiente escolar e para que os alunos desenvolvam melhores relações afetivas e sociais com os colegas, a família e a sociedade como um todo, além de ser uma forma divertida de ensinar e poder aprender práticas que podem incluir, fazer e respeitar regras, pensar, adquirir autonomia e alcançar a felicidade.

  • Gilson Xavier de Azevedo

    Doutorado em Ciências da Religião pela PUC-GO (2014-2016-BOLSISTA FAPEG). Mestre em Ciências da Religião pela PUC-GO (2014 - BOLSISTA FAPEG). Filósofo (Dom Felício, 1998/FAEME, 2007), Pedagogo (UVA-ACARAÚ, 2004) e Teólogo (FAETEL, 2002/MACKENZIE, 2006), Pós-graduado em Administração Escolar e Coordenação Pedagógica (UVA-RJ, 2006), Ética e cidadania (UFG, 2012) e Filosofia Clínica (Inst. Packter/PUC, 2013). Professor Titular de Filosofia do Direito e Filosofia Empresarial pela FAQUI (desde 2006); Ex-Coordenador do curso de Pedagogia da UEG Quirinópolis (2011-12); Professor convidado da UNIUBE em Quirinópolis; Professor de Filosofia e Sociologia da rede particular também em Quirinópolis; Professor Efetivo da Universidade Estadual de Goiás (Concurso 2013-14); Palestrante e conferencista com mais de 200 horas de atividades proferidas (gilsoneduc@yahoo.com.br).

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Publicado

2024-03-06

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Artigos