Literatura infantil: um novo olhar para a criança acerca de suas potencialidades.

  • Márcia Regina Feitosa Santos
  • Aline de França Silvério
  • Fátima Alves Santos
Palavras-chave: Alfabetização. Letramento. Fábulas. Ensino-Aprendizagem.

Resumo

Esta pesquisa tem por finalidade apontar que o gênero textual fábula como material didático-pedagógico pode ser o grande facilitador na minimização do ensino-aprendizagem na alfabetização e letramento. Como é sabido que o aprendizado possui níveis diferentes, em português, existem duas etapas iniciais, que neste trabalho serão denominadas habilidades básicas de alfabetização (alfabetização) e habilidades de alfabetização (letramento). Alfabetizar e letrar são processos bastante complexos, e, muitas vezes, são confundidos, embora distintos, mas com suas especificidades. Alfabetizar é ensinar o código alfabético, é decodificar os signos, dando-lhes significação, enquanto letrar é familiarizar o aprendiz com diversos usos sociais e/ou atividades que se propõem interação do sujeito com o contexto social. A situação – problema: as práticas de decodificar o signo linguístico precisam ser medidas pelos aspectos cognitivos, psicoafetivo e biopsíquicos, o que busca instrumentalizar-se com as fábulas, como objeto estimulador da ensinagem linguística. Questiona-se: que magia e influência exercem as fábulas como ferramenta didático-pedagógica na alfabetização e/ou letramento? A pesquisa bibliográfica é pautada em referenciais de autores, como Soares (1998); Carvalho (2009); Cadermatori (1995); Abramovich (1997); Coelho (2000) e outros. Os resultados obtidos, segundo a pesquisa empírica no Centro Social Nerivaldo Costa, em um saguão, com o gênero textual fábula propõe mediante o prazer resultado positivo, levando o aprendiz à prática da leitura e escrita, em concomitância às atividades sociais no exercício do letramento para a cidadania e a criticização.

Publicado
2021-04-28
Seção
Artigos