DA “QUARESMA” E “CARNAVAL” DO CORPO MEDIEVAL AO CORPO EXITOSO DE JOVENS DO ARAGUAIA-TOCANTINS: atos de currículo e as objetificações corporais

atos de currículo e as objetificações corporais

Palavras-chave: Palavras-chave: Corpo; Corporeidade; Cultura das Mídias; Cibercultura.

Resumo

Resumo: Do culto ao corpo de Cristo no medievo latino (le Goff, 2018) passando pela renascença, até chegar ao “corpo remodelado” (Santaella, 2018) exibido nas redes sociais em selves e posts, revela-nos que o corpo tem papel importante na historiografia e que, a academia de musculação, agora é um lócus importante de subjetivação. Pesquisa realizada com 10 jovens em Palmas no Tocantins e Vila Rica na região do Vale do Araguaia, desenvolvida no PPGE. Objetivamos compreender o fenômeno de objetificação nas questões cultutais midiáticas e socioeducacionais, na busca de corpos exitosos dos jovens do Araguaia-Tocantins. Nossa problematização se dá no entorno da questão: Quais objetivações midiatizadas do corpo glorificado, exorbitante, narcisístico e sedutor, os jovens constroem de si e buscam nas academias de musculação? Nos estudos culturais a objetificação e o ato de construção de si mesmo como sujeito que a partir da centralidade da cultura, na qual a vida inividual e a coletiva associa-se a ela, essas práticas de significação incisivamente (des)constroem o sujeito e não mais o sujeito que produz as práticas de subjetivações, assim tornado-se objeto de sua própria cultura e um corpo objetificado.

 

Palavras-chave: Corpo; Corporeidade; Cultura das Mídias; Cibercultura.

 

Biografia do Autor

Fabio Bombarda, Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso

Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Tocantins - UFT (2020). Especialização em Educação Especial (2009). Graduação em Educação Física pela Faculdade Assis Gurgacz (2008). Ex - Professor contratado da Universidade do Estado de Mato Grosso, atuou nas disciplinas de Jogo, Estágio Supervisionado, Seminários e Coordenou o curso de Educação Física (2012-2015). Atualmente é professor no Parfor pela Universidade do Estado de Mato Grosso. Integrante Grupo de Estudos, Pesquisas e Extensão em Políticas Curriculares e Educativas (GEPECE/UFT/CNPq). Sócio da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd). É Professor da Educação Básica na Secretaria de Educação, Esportes e Lazer do Estado de Mato Grosso, em efetivo exercício na Área de Educação Física Escolar (Escola Estadual Vila Rica). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Corpo e Corporeidade .

José Damião Trindade Rocha, Universidade Federal do Tocantins - UFT

Pós-Doutor/UEPA. Doutor em Educação/UFBA. Mestre em Educação Brasileira/UFG. Docente do Doutorado em Educação na Amazônia - PGEDA/UFPA. Docente do PPGE/UFT. Coordenador do Mestrado Profissional em Educação PPPGE/UFT. Pesquisador do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia: UEPA,UFRN, UFT (Procad/2018). Sócio da Associação Nacional de Pesquisa em Educação (Anped)/GT -12 Currículo. Membro da Anped/Norte. Sócio da Associação Brasileira de Currículo (ABdC). Sócio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Sócio da Associação Brasileira de Estudos em Homocultura (ABEH). Pesquisador da Rede Inter-Regional Norte, Nordeste e Centro-Oeste sobre Docência na Educação Básica e Superior (Rides). Membro do Fórum Nacional dos Mestrados Profissionais em Educação (Fompe). Membro do Comitê Técnico-Científico CTC/UFT. Membro do Núcleo Docente Estruturante (NDE/Pedagogia/UFT). Professor Associado do curso de Pedagogia/UFT. Tem experiência na gestão superior da Universidade, coordenação de curso de graduação e de programa de pós-graduação. Líder de grupo de pesquisa Gepce na área de Currículo da plataforma Lattes/CNPq. Sua atuação tem ênfase em Currículo, Docência e Formação de Professoras, atuando nos temas: Teoria do Currículo; Currículo da Educação Infantil; Currículo do Ensino Fundamental; Currículo da Educação Superior; Currículo interseccionado com diversidade sexual, gênero, minorias sociais; Currículo na interzona das tecnologias ciberculturais.

Publicado
2020-09-08
Seção
Artigos