IMPACTO DA BAIXA FREQUÊNCIA SEMANAL DE ATIVIDADE FÍSICA NA SAÚDE

Palavras-chave: exercício fisico, baixa frequência, promoção da saúde

Resumo

Objetivo: investigar o estado da arte da literatura acerca dos impactos da baixa frequência semanal de atividade física na saúde dos seus adeptos. Métodos: Na presente revisão integrativa foram consultadas as bases de dados Pubmed e Scielo, utilizando os seguintes descritores: “Physical exercise”, “Weekend Warrior”, “health promotion”, sem restrição quanto ao ano de publicação. Resultados: Foram selecionados oito estudos realizados em diferentes continentes e publicados entre 2000 e 2019, que evidenciaram associações entre indivíduos adeptos à prática de atividade física de baixa frequência semanal e redução da mortalidade, comparados com indivíduos fisicamente inativos. E ainda, benefícios na saúde mental, diminuição na composição corporal, melhor apreciação do estado de saúde e redução do tabagismo. Evidências consistentes foram identificadas nos achados, além de recomendações para investigações futuras. Conclusão: Apesar da prática regular de atividade física com frequência mínima de três vezes semanais ser usualmente recomendada, deve-se ponderar sua aplicabilidade na rotina da vida diária. Faz-se necessária a investigação acerca da prática menos frequente da atividade física, visto seu impacto positivo em diferentes desfechos de saúde.

Publicado
2021-05-14
Como Citar
Alves, R., Figueiredo, J., Vale, W., Penna, T., & Oliveira, A. (2021). IMPACTO DA BAIXA FREQUÊNCIA SEMANAL DE ATIVIDADE FÍSICA NA SAÚDE. Movimenta (ISSN 1984-4298), 14(1), 130-138. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/movimenta/article/view/11369
Seção
Artigo de Revisão