Biodiversidade do Cerrado: Sustentabilidade e Saberes Indígenas

  • Poliene Soares dos Santos Bicalho Universidade Estadual de Goiás (UEG), Câmpus Anápolis de Ciências Sócio-Econômicas e Humanas. Anápolis, Goiás, Brasil
  • Sabrina do Couto de Miranda Universidade Estadual de Goiás (UEG), Câmpus Palmeiras de Goiás. Palmeiras de Goiás, Goiás, Brasil

Resumo

Este artigo objetiva discutir aspectos ambientais, culturais e históricos relacionados ao atual status de conservação do Cerrado, bem como, discutir a relação entre vegetação nativa e o homem. Além destes, propõe-se uma rápida reflexão sobre experiências de desenvolvimento econômico com vistas à sustentabilidade a partir dos recursos naturais e saberes culturais e tradicionais, especificando os dos indígenas do Cerrado. Infelizmente, o atual cenário de conservação do Cerrado não é promissor, apesar da alta biodiversidade que este bioma abriga. A pressão antrópica nos últimos 50 anos ocasionou intensa mudança de uso da terra com consequente perda de biodiversidade e fragmentação das paisagens naturais. Neste sentido, faz-se necessário discutir os aspectos relacionados a este fato e resgatar saberes culturais e tradicionais que aliam desenvolvimento e sustentabilidade.

Biografia do Autor

Poliene Soares dos Santos Bicalho, Universidade Estadual de Goiás (UEG), Câmpus Anápolis de Ciências Sócio-Econômicas e Humanas. Anápolis, Goiás, Brasil

Doutora em História Social

Professora de História do Brasil e das Américas

Sabrina do Couto de Miranda, Universidade Estadual de Goiás (UEG), Câmpus Palmeiras de Goiás. Palmeiras de Goiás, Goiás, Brasil

Doutora em Ecologia

Professora de Botânica

Publicado
2015-07-28
Como Citar
Bicalho, P., & Miranda, S. (2015). Biodiversidade do Cerrado: Sustentabilidade e Saberes Indígenas. Élisée - Revista De Geografia Da UEG, 4(1), 53-67. Recuperado de https://www.revista.ueg.br/index.php/elisee/article/view/3589
Seção
Artigos