DIREITOS HUMANOS E PRISÃO: construção cultural e disputa de racionalidades

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31668/jgk4qm65

Palavras-chave:

Direitos Humanos, Prisão, Defensores(as) dos Direitos Humanos, Irracionalidade Punitiva

Resumo

Este artigo reflete sobre os direitos humanos como racionalidade de 
resistência à irracionalidade punitiva presente no ambiente carcerário 
brasileiro. Argumenta que os (as) defensores (as) dos direitos humanos (DDHs) 
são atores-chave no desafio à cultura da violência e desrespeito aos direitos 
fundamentais de todas as partes interessadas no sistema penal. Para validar 
essa afirmação, lança luz sobre o significado das ações de DDHs para a 
resistência e as lutas pelos direitos e múltiplas dignidades dos atores e atrizes 
do mundo carcerário. Em seguida, propõe que as pessoas defensoras dos 
direitos humanos devem ouvir as vozes dos mortos enquanto enfrentam a 
irracionalidade punitiva, uma vez que essas vozes ecoam e denunciam 
persistentes violações de direitos humanos. Nesse sentido, apresenta os direitos humanos como uma estratégia abolicionista para superar o sistema 
penal e sua irracionalidade punitiva. Por fim, é apresentada uma breve 
conclusão. 

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Publicado

15-01-2025

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

DIREITOS HUMANOS E PRISÃO: construção cultural e disputa de racionalidades. Atâtôt - Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos da UEG, [S. l.], v. 6, n. 1, 2025. DOI: 10.31668/jgk4qm65. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/atatot/article/view/17555. Acesso em: 29 jan. 2026.