SOCIEDADE AUTORITÁRIA E A AUTORREPRESENTAÇÃO DOS QUADRINISTAS NEGROS NAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS BRASILEIRAS

  • Ana Paula Rezende Graduada em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás Campus Pires do Rio
  • Júlio César Pereira Borges Professor do Curso de Geografia da Universidade Estadual de Goiás Campus Pires do Rio

Resumo

: O presente artigo traz uma discussão acerca da representatividade da população negra na
sociedade brasileira, mais especificamente as representações vigentes nas histórias em quadrinhos,
destacando a ação política de uma nova leva de quadrinistas preocupados com questões étnico-raciais.
Para tanto, a metodologia utilizada é de natureza bibliográfica, tendo como vértice as histórias em
quadrinhos, tais como Cumbe, Angola Janga, Jeremias-Pele e Luana, intermediadas por um aporte teórico
que remete a temática e, ao mesmo tempo, permite compreender a construção do racismo na sociedade
brasileira. Autores como, DaMatta (1986), Holanda (1995), Chinen (2013), Moraes (2005), Chauí (2001)
e Eisner (2010) foram o suporte dessa tarefa. Por fim, a pesquisa salienta a importância da inserção da
linguagem artística e lúdica das histórias em quadrinhos para discutir e problematizar questões étnicosraciais na sociedade brasileira que é autoritária e racista.
Palavras-chave: Sociedade Autoritária. Racismo. Quadrinistas Negros. Brasil.

Referências

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Publicado
2020-10-06
Seção
Artigos