À LUZ DE UM PARCEIRO DA UFSB, COMO TEM SIDO O PROCESSO DE REDENOMINAÇÃO DO PARQUE NACIONAL DO DESCOBRIMENTO?
DOI:
https://doi.org/10.31668/vxtkj119Keywords:
decolonialidade combativa, área protegida, Território indígena ComexatibáAbstract
Como foi o processo de redenominação do Parque Nacional do Descobrimento, considerando a perspectiva da decolonialidade combativa e evidenciando aspectos educativos, a partir do olhar de um protagonista? Este trabalho refere-se aos resultados parciais de uma pesquisa de pós-doutoramento que considerou, principalmente, a percepção de quem atuou no território de forma proativa. Nessa seara, adotamos como metodologia a perspectiva da pesquisa qualitativa-interpretativa, contemplamos como instrumentos de coleta de dados a pesquisa bibliográfica e documental e realizamos uma entrevista semiestruturada, com o intuito de suscitar um diálogo para a reflexão do tema no território e para além dele. Nossa intenção foi compreender tal realidade considerando a perspectiva do professor Dr. Álamo Pimentel Gonçalves da Silva, do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da Universidade Federal do Sul da Bahia (IHAC/CSC/UFSB), que atuou diretamente nas ações de mobilização e escuta social nesse processo. Entendemos que os principais resultados estão diretamente relacionados aos aspectos da colonialidade da memória que marcaram o contexto de ocupação da costa litorânea do Brasil, bem como à necessidade urgente, em tempos de resistências cotidianas, de visibilizar e valorizar as ações protagonizadas por quem está no território.
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