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EPIGENÉTICA E VULNERABILIDADE AO SUICÍDIO: COMO AS EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS DA INFÂNCIA AFETAM A EXPRESSÃO DE GENES RELACIONADOS À SAÚDE MENTAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31668/bm4q9j32

Resumo

Anualmente, cerca de 800.000 casos de autoextermínio ocorrem globalmente, com ainda mais tentativas. Contudo, tais números podem ser subestimados devido a tabus sociais e falhas de registro. Essa revisão de escopo tem como objetivo correlacionar dados entre epigenética, traumas infantis e comportamento autodestrutivo. Foram analisados 12 estudos selecionados por meio de levantamento bibliográfico nas bases de dados PubMed, SCOPUS e BVS. Utilizamos os softwares Ryann e Iramuteq para triagem e análise de dados, respectivamente. Os resultados indicam que esta é uma área promissora para pesquisas futuras, potencialmente aprimorando a prevenção e o tratamento de problemas de saúde mental relacionados ao comportamento autodestrutivo. A identificação de biomarcadores de estresse e alterações hereditárias pode possibilitar a detecção precoce e o desenvolvimento de intervenções mais personalizadas para indivíduos em risco. Uma lacuna crítica identificada, sendo a escassez de estratégias de tratamento embasadas em evidências direcionadas especificamente ao trauma infantil em pacientes com Transtorno Depressivo Maior (TDM) e comportamento suicida.

Publicado

2026-04-15 — Atualizado em 2024-12-22

Versões

Como Citar

EPIGENÉTICA E VULNERABILIDADE AO SUICÍDIO: COMO AS EXPERIÊNCIAS TRAUMÁTICAS DA INFÂNCIA AFETAM A EXPRESSÃO DE GENES RELACIONADOS À SAÚDE MENTAL. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais (2238-3565), [S. l.], v. 13, n. 5, p. 203–217, 2024. DOI: 10.31668/bm4q9j32. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/14858. Acesso em: 15 abr. 2026.

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