OS SQUATTS/OKUPAS ANARCOPUNKS NO BRASIL

TERRITÓRIOS DE CRIAÇÃO E (CON)VIVENCIA DA CULTURA E SOCIABILIDADE LIBERTÁRIA

Autores

  • Rodolpho Jordano Netto Universidade Federal Fluminense (UFF)

DOI:

https://doi.org/10.31668/revsap.v10i5.12636

Resumo

Este artigo analisa, a partir de uma metodologia da pesquisa militante, os okupas/squatts anarcopunks 171, Viúva Negra e Pandemia, localizadas no estado do Rio Grande do Sul,no Brasil, como territórios dissidentes que possibilitam a criação e (con)vivência da cultura libertária. Averiguamos também que estas okupas possibilitam formas de habitação nas cidades que superam a lógica burguesa, em que predomina a  separação tanto entre público e privado  quanto entre o político e o social. Isso se dá a partir da transformação da casa, espaço privado por excelência, em centros sociais. Além disso, suas existências colocam em questionamento a racionalidade liberal de produção do espaço urbano, que vê e constrói a cidade dentro de uma lógica espetacular de acumulação, produção e reprodução do capital, em que o valor de troca é sobreposto ao valor de uso do espaço.

Palavras-chave. Anarcopunk; territórios dissidentes; squats/okupas, novvos movimentos sociais.

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Publicado

2021-12-09

Como Citar

OS SQUATTS/OKUPAS ANARCOPUNKS NO BRASIL: TERRITÓRIOS DE CRIAÇÃO E (CON)VIVENCIA DA CULTURA E SOCIABILIDADE LIBERTÁRIA. Revista Sapiência: sociedade, saberes e práticas educacionais (2238-3565), [S. l.], v. 10, n. 5, p. 1–14, 2021. DOI: 10.31668/revsap.v10i5.12636. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/12636. Acesso em: 15 abr. 2026.