A DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO COMO INDICADOR DE SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL: UMA ANÁLISE DAS EMPRESAS LISTADAS NO ISE 2019

Autores

  • Paulo Rafael Silvestre Sousa Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • Luciana Ramos Jordão Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • Valquíria Duarte Vieira Rodrigues Instituto de Pós-Graduação e Graduação
  • Thiago Henrique Costa Silva Universidade Federal de Goiás image/svg+xml , Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml

Resumo

Esta pesquisa tem como objetivo identificar os indicadores e as relações econômicas, financeiras e de sustentabilidade das empresas a partir das informações contidas na Demonstração do Valor Adicionado (DVA) das companhias listadas no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) 2019, analisando a variação do valor adicionado e sua distribuição entre os anos de 2017 e 2018. Parte-se do pressuposto de que empresas sustentáveis, ao buscarem legitimidade perante os stakeholders, adotam políticas de governança corporativa para fortalecer a confiança e credibilidade no mercado. Foram analisadas as empresas que mais se destacaram na variação da distribuição do valor adicionado, relacionando-o ao lucro líquido do exercício. A pesquisa, de abordagem qualitativa e método dedutivo, é do tipo descritiva, fundamentando-se em pesquisas bibliográficas e documentais. Os resultados indicam que o setor bancário apresentou o maior valor adicionado e lucro líquido, sendo este o que teve maior participação sobre o primeiro. Entre 2017 e 2018, verificou-se um crescimento no valor adicionado e no lucro líquido do exercício, com o Estado retendo a maior fatia da distribuição da riqueza em 2017, enquanto, em 2018, a remuneração do capital próprio foi a mais favorecida. Conclui-se que a DVA, por se restringir a dados de natureza econômica e financeira, não permite mensurar ou estabelecer relações diretas com a sustentabilidade empresarial, evidenciando a necessidade de demonstrativos contábeis complementares para avaliar esse aspecto.

Biografia do Autor

  • Paulo Rafael Silvestre Sousa, Universidade Estadual de Goiás

    Especialista em Negócios com Ênfase em Finanças Corporativas (UEG). Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual de Goiás (UEG). Gerente Contábil em Grandes Lagos Resorts e Parque Aquático.

  • Luciana Ramos Jordão, Universidade Estadual de Goiás

    Doutora em Agronegócio pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Mestre em Direito Agrário pela UFG. Graduada em Direito pela UFG. Professora de Direito Civil da Universidade Estadual de Goiás (UEG). E-mail: lu.rjordao@gmail.com.

  • Valquíria Duarte Vieira Rodrigues, Instituto de Pós-Graduação e Graduação

    Doutora e Mestre em Agronegócio pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Graduada em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual de Goiás e em Matemática pela Universidade Estadual Vale do Acaraú. Professora no Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG). E-mail: prof.valquiriaduarte@gmail.com.

  • Thiago Henrique Costa Silva, Universidade Federal de Goiás, Universidade Estadual de Goiás

    Doutor em Agronegócio pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Doutorando e Mestre em Direito Agrário pela UFG. Graduado em Direito pela UFG. Graduado em Ciências Econômicas pelo Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB). Professor de Direito Constitucional da Universidade Estadual de Goiás (UEG). Docente permanente do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS/UEG). Perito Criminal do Estado de Goiás. E-mail: thiagocostasilva.jur@gmail.com.

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Publicado

2026-02-13

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Artigos