BARREIRAS DE IMPLEMENTAÇÃO DA TELEFISIOTERAPIA DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19 NO BRASIL

  • Isabele Maria Paiva Frutuoso
  • Thaysa Leandra Ramos Rego Faculdade Facottur
  • Camila Ellen Pinheiro dos Santos
  • Vanessa Silva Lapa Faculdade Facottur
  • Paulo Henrique de Melo Faculdade Facottur
Palavras-chave: Teleconsulta, Barreiras ao Acesso aos Cuidados de Saúde, COVID-19

Resumo

Os processos de atendimento em saúde sofreram alterações em razão ao cenário pandêmico atual, criando medidas de isolamento social para contenção do vírus. Compreende-se a necessidade da continuidade a assistência em saúde, sendo regulamentado o atendimento remoto no Brasil em caráter emergencial devido à pandemia do COVID-19. Entretanto, trata-se de uma modalidade nova para os fisioterapeutas e pacientes, acarretando em barreiras para a sua implementação. O objetivo dessa pesquisa visa analisar quais são as principais barreiras encontradas na prática do fisioterapeuta na adoção da telefisioterapia durante a pandemia do COVID-19 no Brasil. É classificado como um estudo transversal, inquérito virtual, de abordagem quantitativa, envolvendo 135 fisioterapeutas em atuação clínica, residentes em território brasileiro, 84%, se sentem adaptados a modalidade remota de atendimento, apesar de relatarem dificuldades como: falta de afinidade com recursos tecnológicos, seguido da não compreensão por parte dos pacientes às orientações passadas pelos fisioterapeutas. Através da identificação das principais barreiras enfrentadas na implementação da telefisioterapia é possível apontar estratégias que possibilitem a melhoria no atendimento remoto no Brasil. Assim, sugere-se a necessidade de mais estudos que potencializem a discussão e favoreçam a tomada de decisão nessa área para ampliação do conhecimento.

Publicado
2022-03-31
Como Citar
Frutuoso, I., Rego, T., dos Santos, C., Lapa, V., & de Melo, P. (2022). BARREIRAS DE IMPLEMENTAÇÃO DA TELEFISIOTERAPIA DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19 NO BRASIL. Movimenta (ISSN 1984-4298), 15(1), e2022003. https://doi.org/10.31668/movimenta.v15i1.12792
Seção
Artigo Original