O FANTÁSTICO ALEGÓRICO E A REALIDADE SÓCIOPOLÍTICA EM A HORA DOS RUMINANTES – JOSÉ JACINTO VEIGA

Auteurs

  • Vera Lúcia Mendes Paganini Universidade Estadual de Goiás

Mots-clés :

fantástico alegórico, compromisso, denúncia, arte.

Résumé

Neste artigo analisa-se, sob a visão de teóricos da literatura fantástica como Fernandes (1992), Todorov (2003), Hansen (1986), Laboissière (1989), Sartre (1968), recursos estilísticos empregados pelo ficcionista José J. Veiga para burlar a censura à liberdade de expressão, oficializada no Brasil das décadas de 1960 e 1970 do século XX e denunciar injustiças sociais causadas pelo regime de ditadura militar. Por meio de alegorias, Veiga metaforiza, numa cidade imaginária, acontecimentos extraordinários que simbolizam os desmandos e as repressões à sociedade da época. Busca-se com isso mostrar o valor não apenas artístico da literatura, mas também valor do compromisso que o artista tem com seu povo e sua história: utilizando as armas de que dispõe, cumpre o seu papel social.

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Pesquisadores/Pesquisadoras

Comment citer

O FANTÁSTICO ALEGÓRICO E A REALIDADE SÓCIOPOLÍTICA EM A HORA DOS RUMINANTES – JOSÉ JACINTO VEIGA. Ícone - Revista de Letras (ISSN 1982-7717), [S. l.], v. 1, n. 1, p. 123–139, 2007. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/icone/article/view/3429. Acesso em: 26 sept. 2026.