Uma crítica da adaptação cinematográfica de Claude Autant-Lara do romance O Vermelho e O Negro, de Stendhal

Resumo

A literatura tem servido de pano de fundo para as produções cinematográficas, as quais, têm veiculado principalmente textos do chamado cânone ocidental. Deste rol de textos considerado clássicos, este trabalho, inserido no domínio da Literatura Comparada em diálogo com o Cinema, elenca o romance de formação O Vermelho e o Negro, de Stendhal e a sua versão cinematográfica de 1954, dirigida por Claude Autant-Lara, um dos nomes vinculados à chamada tradição de qualidade francesa. Para a análise comparativa, optamos pela cena do julgamento de Julien, e a hipótese que desenhamos é a de que há uma verve anticlerical no filme.

Biografia do Autor

Tiago Marques Luiz, UEMS

Possui graduação em Letras Licenciatura/Habilitação Português/Inglês pela Universidade Federal da Grande Dourados (2009), especialização em Tradução de Inglês pela Universidade Gama Filho (2011), Mestrado em Estudos da Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina (2013) e Doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Uberlândia (2019). Atualmente é professor convocado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. 

Elza Carolina Beckman Pieper, UFGD/UNIGRAN

Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2000), especialização em Metodologia do Ensino Superior pelo Centro Universitário da Grande Dourados (2001) e mestrado em Letras pela Universidade Federal da Grande Dourados (2012). Atualmente é técnica em assuntos educacionais da Universidade Federal da Grande Dourados e cursa as graduações em Letras e Filosofia no Centro Universitário da Grande Dourados. 

Publicado
2021-12-17
Seção
Artigos