Pueblos Indígenas del Cerrado Brasileño: IAP, desarrollo territorial, ambiental y sociocultural sostenible
Indigenous Peoples from the Brazilian Cerrado: PAR, Territorial, Environmental and Sociocultural Sustainable Development
Palabras clave:
Povos Indígenas, Cerrado brasileiro, Território, Sociobiodiversidade, Investigação-ação Participativa (IAP)Resumen
El presente texto es resultado de una investigación en curso, cuyo objetivo es analizar la situación territorial, ambiental y sociocultural de los pueblos indígenas que habitan el Cerrado brasileño. El Cerrado es el segundo bioma más grande de Brasil y uno de los más devastados en las últimas décadas, especialmente como consecuencia de la monocultura intensiva de granos y la ganadería extensiva de baja tecnología, además de grandes emprendimientos de infraestructura y minería. Según datos del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE), el Cerrado alberga aproximadamente 216 Tierras Indígenas y más de 80 pueblos distintos. La investigación busca comprender y resaltar las vulnerabilidades socioculturales, territoriales y ambientales vividas cotidianamente por los pueblos indígenas del Cerrado, cuyos territorios y modos de vida están atravesados por múltiples formas de violencia derivadas de los emprendimientos económicos. El enfoque metodológico es cuantitativo-cualitativo y se fundamenta en la metodología de la Investigación-Acción-Participativa (IAP), involucrando a los pueblos indígenas como sujetos y co-investigadores del proceso, con autonomía en la descripción de las realidades investigadas.Entre los resultados propuestos se destacan la creación de una plataforma digital, la elaboración de mapas y la publicación de un libro, con el fin de contribuir a la visibilización, la defensa territorial y el fortalecimiento de la autonomía sociocultural de los pueblos indígenas del Cerrado brasileño.
Palabras clave: Pueblos indígenas. Cerrado brasileño. Territorio. Sociobiodiversidad. Investigación-Acción-Participativa (IAP).
Referencias
FALS BORDA, O. Orígenes universales y retos actuales de la IAP. Análisis Político. n. 38, p. 73-90, 2008.
IBGE (2022). Terras Indígenas do Cerrado Brasileiro. Disponível em: https://indigenas.ibge.gov.br. Acesso: 08.12.2025.
ICMBIO. Instituto Chico Mendes. Disponível em: https://www.gov.br/icmbio. Acesso: 08.12.2025.
ISA. Instituto Socioambiental (2024). Disponível em: <https://www.socioambiental.org/pt-br/blog/blog-do-isa/pl-da-devastacao-pode-ser-um-liberou-geral-para-mineracao-em-315-terras-indigenas>. Acesso 08.12.2025.
______. Terras Indígenas e Unidades de Conservação freiam o desmatamento no Brasil. Relatórios técnicos 2023 e 2024.
_____. Entrevista realizada em 19 de setembro de 2022, por Tainá Aragão com Ailton Krenak. A terra cansa. Disponível em: https://www.socioambiental.org/noticias-socioambientais/ailton-krenak-terra-cansa. Acesso: 08.12.2025.
IEB. Museu Virtual do Cerrado da Universidade de Brasília (IEB, 2024). Cerrado. Disponível em: https://www.mvc.unb.br/.
INPE. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Disponível em: https://terrabrasilis.dpi.inpe.br/pesquisa-fip-fm-cerrado/pesquisa. Acesso: 08.12.2025.
INPE/PRODES. Bioma Cerrado. https://www.gov.br/inpe/pt-br/assuntos/ultimas-noticias/a-area-de-vegetacao-nativa-suprimida-no-bioma-cerrado-no-ano-de-2023-foi-de-11-011-70-km2. Acesso: 08.12.2025.
IPAM. Desmatamento e áreas protegidas no Brasil: análises regionais recentes. 2023.
KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
KNECHTEL, Maria do Rosário. Metodologia da pesquisa em educação: uma abordagem teórico-prática dialogada. Curitiba: Intersaberes, 2014.
MAPBIOMAS. Cerrado. Disponível em: https://brasil.mapbiomas.org/2024/05/28/cerrado-lidera-desmatamento-tambem-em-territorios-protegidos. https://brasil.mapbiomas.org/en/mapa-mural/. Acesso: 08.12.2025.
MAPBIOMAS. Coleção 8 da Série Anual de Mapas de Cobertura e Uso da Terra do Brasil. Dados de 1985 a 2023.
MIGNOLO, Walter. Desafios decoloniais hoje. Epistemologias do sul, Foz do Iguaçu/PR, N. 1, p. 12-32, 2017.
IEB. Museu Virtual do Cerrado/UNB. Disponível em: http://www.museuvirtual.unb.br/. Acesso: 12.08.2024.
MUNDURUKU, Daniel. O caráter educativo do movimento indígena brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2002.
NAIDITCHF, F. Pesquisa - ação. In: OLIVEIRA, D.A.; DUARTE, A.M.C.; VIEIRA, L.M.F. DICIONÁRIO: trabalho, profissão e condição docente. Belo Horizonte: UFMG/Faculdade de Educação, 2010.
PORTO-GONÇALVES, Carlos Walter. A globalização da natureza e a natureza da globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
SAQUET, Marcos Aurélio. O Território: A Abordagem Territorial E Suas Implicações nas Dinâmicas De Desenvolvimento. Revista da Unioeste. IGepec, Toledo, v. 23, p. 25-39, Edição especial, 2019.
_______. A descoberta do território e outras premissas do desenvolvimento territorial. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 20, n. 3, p. 479 – 505, 2018.
XERENTE, Elza; XACRIABÁ, Célia. Povos Indígenas do Cerrado. Disponível em: https://www.campanhacerrado.org.br/noticias/279-povos-indigenas-permanecendo-em-alianca-nas-fronteiras-construidas-sobre-o-cerrado (ABRIL, 2021). Acesso: 08.12.2025.
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Élisée - Revista de Geografía de la Universidad Estatal de Goiás

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Os autores não serão remunerados pela publicação de trabalhos na Élisée - Revista de Geografia da UEG.
Os conteúdos publicados, contudo, são de inteira e exclusiva responsabilidade de seus autores, ainda que reservado aos editores o direito de proceder a ajustes textuais e de adequação às normas da publicação.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
- Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Licença Creative Commons Attribution 4.0 que permite a distribuição deste material, desde que cumpra os seguintes requisitos:
- Atribuição — Você deve atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. Você pode fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso;
- NãoComercial — Você não pode usar o material para fins comerciais;
- SemDerivações — Se você remixar, transformar, ou criar a partir do material, não pode distribuir o material modificado.
- Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.









