QUALIDADE DE VIDA E INCIDÊNCIA DE LESÕES MUSCULOESQUELÉTICAS EM CORREDORES DE RUA

  • Lorena Rodrigues Silva Universidade Salgado de Oliveira
  • Marcos Paulo Barreto de Souza Pimentel
  • Viviane Miranda da Silva
  • Leonardo Lopes do Nascimento
Palavras-chave: Corrida, Qualidade De Vida, Dor musculoesquelética.

Resumo

 Introdução: A corrida de rua é uma prática de atividade física que vem ganhando espaço entre as modalidades de exercícios físicos. Os corredores de rua no âmbito competitivo ou recreativo estão expostos há eventuais riscos de luxações, distensões musculares, fraturas e entorses. Objetivo: avaliar a qualidade de vida (QV) e verificar a prevalência de lesões osteomusculares em corredores de rua de uma capital brasileira. Métodos: É um estudo não probabilístico, transversal aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa, tendo sido realizado por meio de dois questionários o Inquérito de Morbidade Referida (IMR) e o World Health Organization Questionnaire for Quality of Life-Brief Form (WHOQOL-BREF) aplicado em corredores de rua amadores e de grupos de corrida na cidade de Goiânia, os dados estatísticos foram analisados com o auxílio do pacote estatístico SPSS (versão 23), adotando um nível de significância de 5% (p < 0,05). Resultados: A amostra foi constituída por 71 participantes com idade média de 40,68 ±10,97 anos, predomínio do sexo feminino (57,7%), casados (63,4%), eutróficos (59,2%), com nível superior completo (88,6%). Dos participantes 40,8% tiveram lesões ligadas à corrida e os locais de maior incidência de lesões osteomusculares foram joelho, tornozelo e pé. A qualidade de vida (QV) dos corredores foi considerada quase perfeitas em três dos quatros domínios avaliados e substancia no domínio ambiental. Conclusão: Os corredores de rua apresentaram lesões osteomusculares preferencialmente nos membros inferiores (joelho, tornozelo e pé). É uma qualidade de vida quase perfeita nos domínios físico, social e psicológico.

DESCRITORES: Corrida, Qualidade De Vida, Dor musculoesquelética.

Biografia do Autor

Lorena Rodrigues Silva, Universidade Salgado de Oliveira
Fisioterapia
Publicado
2019-03-04
Seção
Artigo Original